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Windows Server Update Services (WSUS) com Exchange 2007 na mesma máquina (403 Access Denied)

Hoje precisamos fazer um servidor all-in-one para uma pequena filial de um Centro de Treinamento. Claro que o ideal seria ter mais servidores, mas como são apenas 10 usuários e dispomos de poucos recursos, implementamos este modelo.

O problema surgiu quando instalamos o Exchange 2007 APÓS instalar o WSUS em uma máquina com Windows Server 2008. O WSUS parou de funcionar, sem motivo aparente, acusando erros em todos os seus subcomponentes, e ao testar a URL http://servidor/serfupdate recebiamos o erro 403: Access Denied.

Problema: O WSUS por default se instala no site ROOT do IIS, o que não ocorreria em problemas mesmo coexistindo com o Exchange. Porem, o Exchange 2007 instala o OWA e habilita por default o uso de certificados digitais no Default Web Site, o que o WSUS não utiliza na configuração inicial.

Solução: Uma série de chaves de registros poderiam ser alteradas de http para https, mas o mais simples é NÃO INSTALAR o WSUS NO SITE ROOT e sim mandar que ele crie um web site próprio no IIS.

No nosso caso, desinstalamos o WSUS e reinstalamos com a opção novo web site.

Posted: mai 14 2009, 21:54 by msincic | Comentários (12) RSS comment feed |
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Erro na criação de storage no Exchange 2007

Ao tentar criar um novo storage de mailbox no Exchange 2007 SP1 ocorria um erro e não criava:

MapiExceptionADNotFound: Unable to mount database. (hr=0x80004005, ec=2417)

Este erro é um bug do Exchange não resolvido ainda que tem a ver com o Wizard.

Defina as opções do storage mas DESMARQUE A OPÇÃO MOUNT DATABASE do wizard. A criação será feita normalmente e após fechar o wizard clique com o botão direito no storage novo e escolhar Mount Database. Feito !!!!!

Posted: mai 12 2009, 12:19 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Exchange Server

Microsoft MCT Awards América Látina

Foi muito bom o MCT Summit que ocorreu em Maio, e na ocasião foi feito uma premiação a 8 instrutores, nivel América Latina.

A premiação foi para os 5 instrutores com melhor avaliação geral, 2 por destaques a comunidade e 1 como revelação.

Eu fui 1o. premiado na categoria Qualidade (melhores avaliações). Obrigado aos que me avaliaram e ao pessoal de Learning que fez a premiação.

 

Posted: mai 10 2009, 11:01 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Ferramentas de SEO do Google para webmasters

O Google possui um site muito util para quem precisa conhecer o conteudo do seu site, validar dados, achar palavras para o AdWorks, etc.

1- Acesse o site http://www.google.com/webmasters/sitemaps/?hl=pt-BR e crie uma conta no google ou utilize o gmail caso possua
2- Vc agora podera incluir novos sites na lista e verificar a sua lista
3- Ao incluir um site, clique na opção "Verificar" que irá o levar a uma página com uma combo de escolha
4- Escolha o método mais apropriado, o primeiro é incluir uma metatag na página inicial do site site (index, default, etc). O melhor método é o que inclui uma nova página, esta página tem um texto estranho, mas ele representa o seu ID no google. Ao criar esta página ou colocar a tag o google tem certeza que vc é o dono daquele site
5- Clique em verificar
6- Clique no menu Configurações e habilite "Incluir meu site no Marcador de imagens do Google" para que imagens do seu site estejam na pesquisa de fotos do google

A partir dai vc poderá acessar algumas ferramentas muito interessantes, vou listar as que mais gostei:

  • Na página inicial de cada site os erros de rastreamento mostram links quebrados, inacessíveis, timeout e protegidos. A diferença entre um link inacessivel e um não encontrado é que o inacessivel gerou erro na página apesar de existir (erros de programação na maior parte) e "não encontrado" são realmente links quebrados
  • No menu Diagnosticos escolha a opção Análise de conteúdo e poderá ver itens que são relevantes para o google, como tags repetidas em multiplas páginas e titulos duplicados. Estes dois casos fazem com que o google não indexe corretamente aquelas páginas, assim como titulos inexistentes, curtos e longos
  • O menu Estatisticas é sem dúvidas o mais interessante. A primeiro opção permite ver por quais termos seu site mais foi encontrado até o momento na primeira coluna e na segunda coluna os termos que levaram o usuario a clicar no seu site. Veja que a diferença entre os dois é que o primeiro mostra os termos que foi listado, no segundo o que gerou cliques reais.
  • No submenu "O que o Googlebot ve" mostra quais os termos que o google utilizou como variações, alem da lista de palavras que foram indexadas em seu site.
  • No submenu "Estatísticas do Indice" esconde-se talvez a mais interessante funcionalidade do google. Ele permite que vc veja sites que se parecem com o seu (no conceito do google claro), sites que o referenciam, lista das páginas indexadas. Na opção de ver as páginas indexadas é possivel "subir" ou comentar a página permitindo que outros usuários leiam os comentários e vejam a posição em que o colocaram. É bom lembra que isso só funciona no iGoogle, pois precisa que o usuário esteja autenticado.
  • No menu Links podemos ver os dados das estatisticas em detalhes, que seriam os links externos e internos ao seu site, a lista é grande, mas vc pode exportá-la para o excel

Espero que possam utilizar esta ferramenta do google para aumentar a eficiencia do seu site nas pesquisas.

Posted: mai 06 2009, 15:06 by msincic | Comentários (8) RSS comment feed |
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Acrescentando CheckBox em um GridView

Um cliente me solicitou neste final de semana a possibilidade de colocar controles em um objeto GridVew do ASP.NET. No sistema dele o checkbox serviria para marcar as linhas desejadas e depois fazer uma leitura dos registros. Parece algo fácil de fazer, mas dá um certo trabalho e tem alguns segredos. Resolvi montar uma página de exemplo e enviar o código.

Segue um projeto com o exemplo, neste caso o checkbox foi inserido clicando no grid com o botão direito e escolhendo “Edit Template” que são controles adicionais. Coloquei ali um checkbox.

O botão 1 insere os dados na tabela, o botão 2 mostra os dados dos registros SELECIONADOS.

Até onde sei não é possivel ler o valor de um controle sem antes selecionar ele. Note que eu fiz o seleção do registro para depois poder ler o conteúdo...

 

Exemplo.zip (4,80 kb)

Posted: mai 04 2009, 16:40 by msincic | Comentários (8) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | Hardware
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Upload afetado no Hyper-V do Windows 10

Ao habilitar o Hyper-V no Windows 10 poderá ter o problema da performance de upload baixar radicalmente, a ponto de quase zerar!

Esse problema aconteceu comigo em 3 diferentes equipamentos (Dell Latitute, Vostro e um T110), cada um com placa diferente. Importante que os 3 são placas wifi 5G.

Solução, desabilite o Large Send Offload da placa virtual. O motivo é que este recurso não existe nas placas de rede que utilizei, portanto geram a incompatibilidade.

Tela2

Tela3

Resultado, vejam abaixo a performance antes de eu habilitar o Hyper-V e compartilhar a placa de rede, depois de habilitado e o mais recente com o LSO desabilitado.

Tela1

Posted: jul 15 2021, 23:35 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Hyper-V | Hardware | Windows 10

Azure Arc–Gerenciamento integrado Multi-cloud

O Azure Arc é um produto em preview que tem a função de padronizar e permitir utilizar recursos do Azure para gerenciamento de VMs e Clusters Kubernets hospedados em ambientes on-premisse ou outras clouds integrado.

https://azure.microsoft.com/en-us/services/azure-arc/

Computadores

Habilitando o Serviço por Registrar os Componentes

O primeiro passo é acessar as subscrições onde irá hospedar os serviços do Arc.

Uma vez escolhida a subscrição, deve-se registrar os recursos de Hybrid como abaixo.

Em geral o recurso ADHybridHS já estará habilitado e tem a ver especificamente com a sincronização de AD, mas os recursos de Compute, Data e Network precisam ser habilitados antes de incluir recursos:

Registro Provedores

Registrando Computadores e Recursos

Ao criar o recurso do Arc, escolha uma subscrição e um Resource Group para servir de base e que futuramente após o Preview irá ter o débito (se existir) dos serviços.

Logo após habilitar clique no botão Adicionar do primeiro print deste artigo e baixe o script para executar nos servidores. Caso queira abrir o script ele é bem simples e basicamente faz o download de um msi e o executa com os dados da subscrição.

Onboarding

A primeira execução do script mostra a obrigatoriedade de ativar os recursos, que foi o primeiro tópico desse artigo, e será um erro recorrente já que ao habilitar o Arc esse processo deveria ser automático.

Note que na execução do script ele gera um código que deverá ser confirmado no site indicado https://microsoft.com/devicelogin

Registro Servidor

Utilizando Politicas e Iniciativas

Assim que vinculados, já podem ser criadas e habilitadas as diferentes Politicas e iniciativas que serviriam para criar alertas e definir padronização de recursos no que geralmente chamamos de Compliance.

Politicas-1

Por default as politicas acima são configuradas, mas é possivel criar novas para gerar reports de compliance. Para isso utilize as regras pré-existentes que irão facilitar diversos tipos diferentes de alertas como backup, antivirus, ASR, etc.

Politicas-2

Já para as Iniciativas não estamos apenas verificando, mas implementando alguns tipos de padrões como o nivel de auditoria ou requisitos legais/padrões regulatórios:

Iniciativas

Habilitando o Log Analytics

Para que os recursos funcionem corretamente é importante o auxilio do Log Analytics que irá capturar os dados do servidor para gerar alertas e mapas de relacionamento.

Para isso acesse os servidores e clique no aviso na tarja que é exibida e com isso poderá habilitar os recursos para cada servidor ou em Insights. Uma caracteristica interessante é que cada servidor pode utilizar subscrições diferentes ou até workspaces diferentes de Log Analytics.

Habilitar Log Insigths

A partir da integração que irá demorar de 5 a 10 minutos, já é possivel usar os monitores, alertas e até o mapa de relacionamento:

Alertas

Monitor-1

Monitor-2

Mapa

CONCLUSÃO

Em comporações com servidores fisicos, servidores virtuais e maquinas em clous ter a facilidade de integrar as funções de gerenciamento do Azure irá ajudar muito.

Grande parte do trabalho já é possivel no Log Analytics mas de forma passiva. Com a integração simples com as politicas, iniciativas e interface o uso do Azure Arc irá ser uma ferramenta excelente para profissionais de TI com ambientes multiplos de hospedagem.

Uso de CPU não identificado no Task Manager

Essa dúvida é antiga!

Ao usarmos o Gerenciador de Tarefas (Task Manager) do Windows o processo System fica travado ente 20-30% de uso da CPU.

O processo System nunca deveria ter uso constante, ele é acionado todas as vezes que uma tarefa do Kernel é executada e voltar a taxas entre 0-1%.

Sintoma no Task Manager

Veja que o processo fica alto, apesar de não ter motivos já que memória esta em menos de 100Kb, disco e rede zerados.

tela1

O que normalmente provoca esse comportamento?

Se memoria e disco estivessem altos poderia ser uma atualização ou processo que travou e o sistema operacional está tentando recuperar, mas não bate com a situação acima.

Isso indica que o processo é derivado não de um programa, mas de um dispositivo que não usa recursos do sistema como uma placa de vídeo, controladora ou outro.

Como encontrar a fonte do problema?

Como o Task Manager é uma ferramenta de usuário ele omite importantes detalhes interno. Sendo assim, baixe e utilize o Process Explorer ferramenta da SysInternals (pertence a Microsoft) em https://docs.microsoft.com/en-us/sysinternals/downloads/process-explorer

Após abrir o PROCEXP poderá ver o mesmo processo System agora em detalhes e visualizar o que ele está executando:

tela2

Clique com o botão direito e veja os detalhes do processo onde poderá na aba Threads ver o que o processo System está controlando e pelo uso da CPU identificar quem é o responsável pelo alto uso de CPU:

tela3

Ao clicar no processo “criminoso” vemos os detalhes e entendemos o que está causando o alto uso de CPU:

tela4

Agora bastaria procurar na internet o que é esse processo e descobriria que ele é bem básico e se trata do driver de gerenciamento de energia do equipamento (Power Interface).

Sendo assim, recorri ao site do fabricante e baixei os drivers atualizados e o resultado após o boot é o processo System no seu devido lugar na lista de tarefas:

Telafinal

Conclusão

Esse processo não quer dizer que o erro é sempre o mesmo, esse é um exemplo de como encontrar um processo ou programa que trave sua maquina.

Muitos usuários não tem muito conhecimento para resolver sozinhos, mas é possivel encontrar muitas referencias na internet depois que identificar o processo que causa o problema.

A dica vale principalmente para processos com dependências como é o caso do System que no Task Manager ficam ocultas.

Posted: mar 23 2020, 19:18 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Integrando Updates de Fabricantes com o System Center Configuration Manager (Endpoint Protection Server)

Uma das necessidades que muitos administradores de TI tem é fazer o update de forma centralizada.

Isso se deve a ter um unico ponto de contato, evitar instalar mais softwares de fabricantes, principalmente para drivers de clients e servers com vários fabricantes.

Já bem estruturado e desde a versão 2012, o SCCM tem a capacidade que se chama SCUP (System Center Update Service) para isso.

Utilizando o SCUP

É bem simples de ser usado, vá ao site do fabricante que pode ser de HW ou SW e consiga a URL com o arquivo cab de atualizações. Dentro desse arquivo irá ter as definições em XML dos updates e requisitos. Por exemplo ele contem os updates com a lista de servidores e maquinas compativeis, ou requisitos de software para updates como Adobe e Autodesk.

Depois que tiver a URL vá em Software Library –> Software Updates –> Third-Party Software Updates e inclua o catálogo como a imagem abaixo:

Anotação 2019-12-30 180714-2

Anotação 2019-12-30 180714-3

Dai em diante basta aguardar que ele finalize o processo de sincronização e utilizar o botão Subscribe to Catalog para iniciar os updates:

Anotação 2019-12-30 180714-4

Eles irão aparecer junto com os updates de Windows para serem aprovados, com uma classe a parte para se criar as regras automaticas de Deploy.

Posted: mar 08 2020, 22:57 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Azure File Sync–Otimizando seu File Server e Storage

Duas aplicações mais consomem storage em ambientes de TI:

  • Banco de dados – Por conterem dados analiticos e indexados podemos utilizar tecnicas de drill down para separar os dados analiticos dos dados resumidos facilitando o acesso e otimizando custos
  • File Server – Ao longo dos anos as empresas acumulam milhares de arquivos, o que custa caro e raramente é agrupado ou tierizado

Tierização: Tecnologia onde os dados são separados conforme regras de performance em discos mais caros ou mais baratos. Por exemplo, arquivos pouco usados ficam em discos SATA, arquivos com acesso ocasional em discos SAS e arquivos que são acessados diariamente em discos SSD.

Vamos abordar como utilizar o Azure File Sync para criar uma tierização dos dados em um File Server para permitir que arquivos mais acessados fiquem localmente guardados e os mais antigos apenas em nuvem.

Cenários Frequentes

O primeiro cenário é o de diminuir o tamanho total de espaço ocupado por arquivos antigos.

Nesse caso utilizamos as configurações de data do arquivo e espaço livre desejado para diminuir o espaço em disco que o File Server ocupa, liberando para uso com outras necessidades.

O segundo cenário é servidor de arquivos distribuidos, onde em cada filial da empresa é necessário ter um servidor para acessar os dados.

Nesse exemplo todos os servidores replicam a mesma pasta, o que não cria problemas de saturação local, já que o cache é apenas dos arquivos recentes e controlado pelo percentual desejado de espaço livre a ser mantido.

Componentes do Azure File Sync

  1. Storage Account – Um storage virtual onde os dados serão armazenados
  2. File Share no Storage Account – Pasta dentro do Storage Account para receber os arquivos que serão enviados
  3. Azure File Sync Service no Market Place – É o serviço e deve ser habilitado, diferente de outros serviços nativos. Porem, apesar de estar no Market Place o AFS não tem um custo, trata-se apenas da inclusão de um serviço
  4. File Sync Service – É o serviço no painel do Azure onde podemos criar os grupos, incluir os servidores e configurar storage
  5. Registered Services (servidores) – São os servidores que serão sincronizados, onde os arquivos estão armazenados e servirão de cache
  6. Sync Group – Forma a lista de servidores que irá receber a cópia dos arquivos a serem copiados e dar acesso aos arquivos em qualquer localidade

Criando um Storage

Esse é o primeiro passo e bem conhecido de quem já utiliza o Azure, uma vez que para tudo precisamos de um storage.

armazenamento

Para usar o AFS não é necessário qualquer configuração adicional, você poderá escolher qual região, tipo de storage e replicação que melhor se aplique ao seu ambiente. Obviamente algumas coisas precisam ser levadas em conta:

  • O tipo de conta envolve a performance maxima e irá afetar tanto o download quanto upload quando os usuários utilizam os arquivos
  • Replicação é importante se você terá servidores em várias localidades/paises
  • Camada Hot or Cold envolve a performance diretamente e tambem o custo, já que o acesso é bem lento em discos Cold e não recomendaria para uma solução como essa

Na sequencia é necessário criar o File Share para onde os arquivos irão quando sincronizados, e o conceito é o mesmo de um servidor comum:

compartilhamento

Quando sincronizado, os arquivos irão aparecer primeiro na pasta Sincronization e depois na pasta principal como podemos ver abaixo.

syncstaging

Files Sync

Lembrando que as duas telas acima se referem a sincronização já finalizada, a primeira para ver os arquivos sendo copiados e a segunda quando a primeira sincronização já finalizou.

Habilitando o Azure File Sync

Procure no Marketplace pelo Azure File Sync ou Serviço de Sincronização do Azure em portugues:

mktplace

mktplace-2

Nesse momento pode-se optar por utilizar um Resource Group existente ou um novo, não importando em qual Resource Group o Storage foi criado, uma vez que ele pode ter varios outros serviços atribuidos.

Criando o Serviço de Sincronização

A criação do grupo de sincronização é bem simples, bastante indicar a assinatura, storage e a pasta compartilhada definida anteriormente.

Servico

grupo sincronizacao

Registrando Servidores de Arquivos

Você poderá indicar servidores:

  • Novos servidores que não tenham arquivos e incluí-los em um grupo já sincronizado para que ele sirva de cache dos arquivos que já estão na pasta compartilhada do Storage no Azure
  • Servidor com dados onde o conteudo será copiado para o Azure e acrescentado

O primeiro passo é instalar as bibliotecas PowerShell do Azure (AZ) no servidor, o que pode ser feito seguindo os passos na página https://docs.microsoft.com/pt-br/powershell/azure/install-az-ps?view=azps-2.6.0&wt.mc_id=4029139

Após ter o Azure CLI instalado, baixe e instale o Agente de Sincronização que é muito simples de ser feito.

AZFAgente

registerserver

Após isso, já será possivel ver o servidor no painel do Azure:

serverregistrado

Nesse passo não é necessário configurações nem qualquer definição adicional, já que se trata de uma operação simples de agente.

Criando o Endpoint (Servidores Cache)

Aqui é onde realmente criamos o serviço e vemos a mágica acontecer!

Entrando dentro do grupo de sincronização que criamos anteriormente e usar a opção Adicionar ponto de extremidade ou Add Endpoint para incluir o servidor no grupo que criamos.

Extremidade

Vamos ver as opções que estão listadas:

  1. Caminho – É o diretório que queremos que fique sincronizado, lembrando que se estiver vazio para um grupo já existente ele irá baixar o conteudo conforme for sendo utilizado. Se for um servidor que já contem arquivos, esses serão carregadso para o Azure.
    Importante: Não é possivel usar a unidade root (C:) e sim um disca parte por conta dos arquivos de sistema.
  2. Percentual livre no volume – Não definimos quanto irá ser usado para cache e sim quanto de espaço no volume deverá ficar livre. Pode parecer um calculo invertido mas não é por conta de outros arquivos que o mesmo disco contenha. Por exemplo, se o volume é de 100GB e contem outros arquivos totalizando 40GB e definirmos que queremos deixar 50% do disco livre, apenas 10GB será usado pelo cache (50% de 100GB=50GB sempre livre) e conforme o uso de outros arquivos aumentar que não sejam sincronizados, menos irá ter espaço para o cache.
    Dica: Por conta dessa dificuldade, prefira utilizar um volume dedicado para fazer o File Sync
  3. Cache apenas de arquivos acessados ou modificados a x dias – Vimos que temos a opção de preservar um percentual do disco. Mas e se arquivos antigos ocupam muito espaço não irá adiantar muito. Nesse caso do meu exemplo qualquer arquivo com mais de 60 dias irá automaticamente para o Azure e será deletado no disco do servidor, ganhando espaço livre mesmo que o percentual de cache ainda esteja disponivel.

Painel

Ao finalizar essa configuração já é possivel acompanhar a sincronização clicando no servidor:

Server sync

Assim que sincronizado, podemos usar os paineis de metricas abaixo da tela para criar alertas quando ocorrerem erros ou distorções:

Metricas

No meu exemplo posso utilizar uma regra que se o numero de arquivos sincronizados for maior que 100 para upload no intervalo de 15 minutos pode ser uma alteração em massa causada por uma cópia indevida ou mesmo um malware.

Posted: ago 28 2019, 19:29 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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