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Utility Point - Uma ferramenta excepcional e pouco conhecida do SQL Server 2008 R2

Desde que peguei o R2 a primeira coisa que testei foi o Utility Point, já que havia ouvido falar dele no TechEd e fiquei intrigado. Ontem quando baixei a versão final vi que ficou muito bom, os seus recursos realmente são essenciais para os DBAs que cuidam de monitoração dos servidores.

Esta ferramenta não é apenas um simples monitor, mas ele se integra a vários servidores e permite que um administrador veja métricas e defina quais são os triggers de monitoração que indicam problemas.

Vou abaixo mostrar uma introdução de como fazer para configurar e utilizar o Utility Point, ou UCP (Utility Control Point):

Passo 1: Mude o View de Object Explorer do Management Studio para Utility Explorer

 

Passo 2: Utilize a opção "Create Utility Control Point" para iniciar o wizard de configuração do servidor que irá fazer o controle

 Passo 3: Tela inicial da configuração do UCP

Passo 4: Na tela seguinte basta indicar os dados do usuário que irá ser utilizado pelo servidor, e pronto. Seu servidor já é o ponto de monitoração.

Passo 5: Vá nos servidores que serão monitorados e seguindo os passos 1 e 2 anteriores utilize a opção "Connect to existing UCP" para criar uma rede de servidores monitorados.

Passo 6: Configure os threshoulds de monitoração na opção "Set Resources Health Policies" 

Pronto !!!! A partir de agora você poderá monitorar os servidores com uma interface agradável e simples, porem com uma funcionalidade que antes somente com o uso do System Center Operations Manager ou outro produto de monitoração era possivel.

Para mais informações acesse: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ee210548(SQL.105).aspx

Posted: abr 30 2010, 12:03 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Problemas com o driver Intel Graphics Media Integrated HD e o Hyper-V

Esta semana tivemos um problema inusitado. Recebemos novos servidores com Intel Core i3, chipset Intel H55. Seguimos o procedimento padrão, instalamos Windows 2008 R2, Inf Update, driver de video e tudo estava indo bem. A resolução de video alcançava 1920 x 1280 como esperado.

Nossos problemas começaram quando habilitávamos o Hyper-V e reiniciavamos a maquina. A tela aparecia toda embaralhada e depois de alguns minutos tela azul. Fizemos todas as tentativas possiveis e nada resolveu, baixamos a versão de 5 dias atrás do driver e nada.

Ao pesquisar descobrimos que não é recomendado instalar aceleradores de video em maquinas com a função Hyper-V (http://support.microsoft.com/kb/961661) e também que esse mesmo problema de travar quando o acelerador de video e o Hyper-V estão na mesma maquina com outras placas de video, como ATI Radeon e NVidia.

A recomendação e resolução do problema é essa, transcrição literal: "Esse comportamento não ocorrerá quando você usa os vgapnp.sys ou VGA.sys genéricos drivers de vídeo que acompanham o Windows Server 2008. Para reverter para o driver de vídeo genérico, você poderá desinstalar qualquer driver de vídeo específicos do fornecedor de alto desempenho."

Segue uma thread de suporte com um funcionário da Microsoft indicando que o melhor é realmente esquecer o acelerador: http://social.technet.microsoft.com/Forums/en-US/windowsserver2008r2virtualization/thread/155df520-016f-4866-8bb4-1fd526cd6542

Posted: abr 22 2010, 10:37 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Free ebook: Introducing Microsoft SQL Server 2008 R2

Este ebook gratuito não chega a ser tecnicamente profundo, mas tem uma matéria muito boa principalmente para aqueles que já conhecem o SQL Server 2005 ou 2008.

PART I   Database Administration

CHAPTER 1   SQL Server 2008 R2 Editions and Enhancements 3
CHAPTER 2   Multi-Server Administration 21
CHAPTER 3   Data-Tier Applications 41
CHAPTER 4   High Availability and Virtualization Enhancements 63
CHAPTER 5   Consolidation and Monitoring 85

PART II   Business Intelligence Development

CHAPTER 6   Scalable Data Warehousing 109
CHAPTER 7   Master Data Services 125
CHAPTER 8   Complex Event Processing with StreamInsight 145
CHAPTER 9   Reporting Services Enhancements 165
CHAPTER 10   Self-Service Analysis with PowerPivot 189

Link para download: http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=189147

Posted: abr 14 2010, 20:24 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Avaliação do System Center Data Protection Manager (DPM)

Desde o inicio do ano passado utilizamos o System Center Data Protection na empresa para gerenciar e automaticar processos de backup. E em todas as consultorias que realizamos estamos indicando este produto como sendo o melhor para a linha de servidores Microsoft.

O que o DPM tem que nos cativou?   Quais as vantagens deste produto?  Vou citar as vantagens que mais se destacam em nosso ambiente, porem no site do produto (http://www.microsoft.com/systemcenter/dataprotectionmanager/en/us/top-ten-benefits.aspx) você encontrará mais motivos:

  • O suporte nativo a produtos permite customizar o backup e restore conforme as caracteristicas do produto. Por exemplo, se for Exchange o DPM autormaticamente faz as réplicas do edb e monta os pontos de restauração utilizando os logs. Se o servidor protegido é o SQL ou o Sharepoint o DPM faz a réplica do banco de dados e monta os pontos de restauração utilizando o log do banco. Como estes exemplos mostram, o tráfego de rede é otimizado e a segurança na restauração garantida com menor tempo possivel
  • Backup de VMs do Hyper-V ou Virtual Server 2005 R2 em modo nativo. Ou seja, se você possui uma VM com Sharepoint não precisa ficar fazendo backup da base, pode fazer backup do vhd inteiro, o que garante uma restauração muito mais rápida já que os pontos de restauração são feitos como se fossem um disco diferencial, apenas com as modificações. Recentemente em uma multinacional a qual dou suporte eles apagaram um site do Project Server e voltamos o backup pelo DPM da VM inteira em menos de 15 minutos
  • Eliminação das "janelas de backup", já que os pontos de restauração não são backups full e sim incrementais. No mesmo ambiente que comentei acima o backup impactou tão pouco que não houve queda de performance para os usuários. É claro que os administradores notaram que o tráfego de rede deu um acrescimo de 4% nas medições, mas estava dentro do esperado
  • Simplicidades no agente, tanto na instalação que é automática e pela rede quanto no momento da criação dos grupos de restauração. Muitos programas de backup não oferecem uma interface visual tão simples no momento de criar os grupos de proteção
  • Grupos de proteção híbridos e multiservidores facilitam muito a administração, já que tanto posso criar um grupo de proteção com todos os bancos de dados SQL que estão em vários servidores como tambem criar um grupo de proteção para um servidor com vários serviços ao mesmo tempo
  • O licenciamento é muito simples, se você faz backup de Exchange, Sharepoint ou SQL basta ter a licença Enterprise para cada servidor protegido. Se você faz backup do Windows e pastas utiliza a licença Standard para cada servidor protegido

No uso do dia-a-dia do DPM vemos como ele é simples e funcional. É um produto realmente muito util e simples de gerenciar. Mesmo em pequenos clientes, com 2 servidores, vale a pena, já que em um unico conjunto de backup realizamos as operações com Exchange, SQL, Sharepoint, File Share e System State de forma centralizada. É uma ótima ferramenta para o Windows Small Business, por exemplo.

Se você gostou da avaliação e quer implementar assista os videos em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Serie-Technet-VideoCast-System-Center-Data-Protection-Manager.aspx

 

Posted: mar 30 2010, 11:20 by msincic | Comentários (1) RSS comment feed |
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Performance de discos externos eSATA x USB 2.0

Em um post do mes passado (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Comprando-direto-da-China-(coisas-que-valem-a-pena-!!!)-Case-HD-e-Adaptador-para-e-Sata.aspx) falei sobre uma loja chinesa que vendia produtos direto para o brasil.

Muitos me mandaram email sobre se realmente a porta eSata é tão boa quanto eu havia comentado no post. Pois bem, em primeiro lugar gostaria de relembrar que eSata é uma saida Sata real e não emulada, portanto igual a que você tem em um desktop e um notebook.

Mas como sempre existem os céticos que dizem "ahhhh, duvido...", segue um gráfico de performance gerado pelo HWInfo32 (http://www.hwinfo.com/index.html) e notem que o disco que utilizei nos testes, um Seagate Sata de 250 GB de 2.5" (notebook) em um case que tem as portas USB e eSata que comentei no post acima.

 Gráfico de Performance do disco utilizando USB 2.0

 Gráfico de Performance do disco utilizando porta eSata (SATA-II)

Como você pode ver, a performance é quase 3 vezes maior de um discos eSata em relação a um USB, de 20.09 MB/s para 75.53 MB/s em leitura sequencial, o que é impressionante, porque o meu disco permanente do notebook tem a leitura de 78.40 MB/s.

Posted: mar 27 2010, 15:35 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'custo'
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Software Asset Management (SAM)–Convertendo Licenciamento para Azure

Este tópico é relevante no momento em que estamos de migração para Cloud Publica em muitas empresas.

Dando continuidade a série sobre SAM, vamos pular alguns outros tópicos e dar atenção a Azure. Para ver a lista de assuntos que já abordamos acesse http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Atualização: Conheça o Reserved Instance no artigo http://www.marcelosincic.com.br/post/Reducao-de-Custos-com-Azure-Reserved-Instance.aspx

1 – Utilizando o Licenciamento Normal para VMs Windows (SPLA)

Ao criar maquinas virtuais no Azure já é possivel definir que o sistema operacional é Windows e pagar o licenciamento embutido como parte do serviço.

Esse modelo de licenciamento é chamado de SPLA e permite a um provedor (não existe apenas no Azure) licenciar VMs como serviços faturado ao invés do cliente comprar a licença perpétua como acontece em ambientes on-premisse.

O custo desse licenciamento é medido por comparar valores de VMs iguais com Windows e Linux em https://azure.microsoft.com/pt-br/pricing/details/virtual-machines/linux/ e https://azure.microsoft.com/pt-br/pricing/details/virtual-machines/windows/

No dia que montei esse post o valor hora de uma VM D2 v2 Linux é de U$ 0,159 e a mesma VM com Windows U$ 0,251. Ou seja uma diferença de 43% no preço da VM.

Por essa diferença de preço que temos opções de usar outras formas de licenciamento que falaremos a seguir.

2 – Utilizando AHUB (Azure Hybrid Use Benefit)

O AHUB nada mais é do que usar a sua licença já comprada em contrato com Software Assurance (SA) no Azure e assim não pagar o licenciamento SPLA.

Note porem que sua licença deve ter SA contratado, ou seja o direito de atualização e virtualização. Se não conhece o SA veja o post http://marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager-Windows-Desktop.aspx onde temos um tópico sobre isso.

No caso de usar o AHUB a diferença de preço calculada no item anterior não existe, já que o licenciamento passa a ser feito em contratação em Enterprise Agreement, MPSA ou mesmo OPEN. O tipo de contrato depende do valor e é adquirido junto a um parceiro de licenciamento Microsoft (LSP).

image

A Microsoft já disponibiliza os templates para VMs AHUB mas tambem é possivel usar PowerShell com o parametro –licencetype. No caso se usar o portal, basta criar a VM informando isso:

image

Porém é importante ressaltar que o AHUB é uma maquina Windows criada com a camada de preço do Linux e não é possivel fazer a alteração pelo portal. Ou seja, será necessário recriar a VM caso ela já exista no modelo normal.

Claro que existem formas mais fáceis:

  1. Deleta a VM, mas não delete o disco
  2. Crie uma nova VM como AHUB
  3. Anexe o disco da VM que foi deletada

3 – Utilizando CPP (Compute Pre-Purchase)

O CPP é um velho conhecido de quem usa AWS, com o nome de RI (Reserved Instance), mas com uma diferença. Veja o link a seguir, mas ele não tem muitos detalhes: https://azure.microsoft.com/pt-br/overview/azure-for-microsoft-software/faq/

Enquanto no AWS o cliente compra uma VM de determinado tipo/camada, no CPP do Azure o cliente compra horas de computação de determinado tipo/camada de VM, seguindo algumas regras:

  • Equivalem a compra de 744 horas de um deterninado tipo de VM
  • São compradas por 12 meses independente do aniversário do contrato (não tem pró-rata)
  • Não são vinculadas a uma VM especifica, funciona como um abatimento nas horas totais
  • Não podem ser utilizadas ou realocadas para outros tipos de VM como se fosse proporcional
  • É paga upfront, ou seja o valor de 12 meses

A redução de custo é significativa, mas o valor depende do tipo de contrato que o cliente possui e o nivel de desconto, em alguns casos chega a 60% para clientes EA.

Para entender o cáculo, vamos usar uma tabela simples de custo HIPOTÉTICO:

VM Quantidade Horas Total Valor Normal Comprado em CPP Pago em Commitment Economia
D2 v2 5 3200 3200 horas a U$ 0,251

U$ 803,20
3 VMs equivalente a 2.232 horas a U$0,16

U$ 357,12
Saldo de 968 horas

U$ 242,96
U$ 203,12

Mais uma vez é importante ressaltar que essas VMs não podem ser atribuidas a outro tipo, o CPP cobre por 12 meses 744 horas mensais de um deterninado tipo de VM.

Porem, alguns clientes utilizam o CPP para upgrade uma vez que a redução de custo permite com o mesmo valor já provisionado para Azure subir de 2 a 3 camadas as VMs já existentes!

4 – Utilizando CPP + AHUB

É possivel combinar o CPP com AHUB?     SIM!!!

Levando em conta que o cálculo acima do CPP foi hipotético, usamos o valor referencia de U$ 0,251 para VMs Windows no CPP com valor de U$ 0,16, ou seja uma VM com o licenciamento Windows SPLA.

Se juntar o desconto que o AHUB proporcional, você poderá comprar VMs Linux e usar o licenciamento que já possui em contrato, como exemplo o valor da mesma VM D2 v2 de U$ 0,159 Linux cairia para U$ 0,12 com Windows utilizando o licenciamento existente.

 

CONCLUSÃO

Com o CPP você pode economizar de 25 a 60% sem ter que fazer nenhum esforço, e com o AHUB você pode criar VMs muito mais em conta utilizando o contrato existente com Windows.

Claro que o CPP é muito mais atrativo, uma vez que ele não exige mudança no template da VM, mas tanto o AHUB quanto o CPP precisam ser incluidos em contratos de licenciamento.

Agora divirta-se, consulte seu parceiro de licenciamento e veja quanto poderá economizar com estas duas opções de licenças!!!

Posted: jul 18 2017, 15:48 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Microsoft Azure (Iaas) Cost Estimator Tool

Ontem a Microsoft liberou uma ferramenta interessante para calculo de custos de migração das maquinas virtuais (a partir do VMM ou ESX) ou fisicas.

A instalação da ferramenta pode ser feita pelo link http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=43376

Na tela inicial escolhemos se o inventário será pelo VMM, ESX, direto no Hyper-V ou com os IPs de maquinas fisicas. Para cada um dos tipos de inventário ele pedirá os dados do gerenciador (VMM, Hyper-V ou vCenter) ou os IPs de maquinas fisicas.

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No meu exemplo utilizei maquinas fisicas e selecione pelo tipo (Windows/Linux), o IP, usuário e senha. Podemos incluir até 25 maquinas por ciclo:

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O passo seguinte é escolher a frequencia com que deseja que a ferramenta faça a pesquisa. Como no meu caso a maquina está ligada não preciso definir recorrencias.

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Na sequencia a ferramenta irá listar os recursos das maquinas que foram analisadas e indica os dados de inventário qeu são relevantes para a confecção do custo.

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Finalmente, temos o relatório com os custos estimados para cada Azure VM, podendo escolher qual a região e o perfil de hardware para cada VM escolhida, alem do perfil de preço:

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Essa ferramenta é muito útil para permitir que o cliente tenha ideia do investimento que será necessário na migração, utilizando dados reais!

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