MVP: System Center Cloud and Datacenter Management, MCT, MCSE, MCITP, MCPD, MCDBA
MVP Logo

Pageviews The process cannot access the file 'D:\home\site\wwwroot\Visitas2.xml' because it is being used by another process.
Pageviews 2019: 4355776
Pageviews 2018: 4296564
Pageviews 2017: 4351543
Pageviews 2016: 3991973
Pageviews 2015: 2675433
Pageviews 2014: 2664208
Pageviews 2013: 2399409
Pageviews 2012: 3209633
Pageviews 2011: 2730038
Pageviews 2010: 1470924
Pageviews 2009: 64608

Últimos posts

Categorias

Arquivo

Tags

System Center 2012 com Windows 2012 e SQL Server 2012

Passei esta semana fazendo testes do System Center 2012 com o Windows Server 2012.

Os testes com SQL Server 2012 já havia feito anteriormente, inclusive já implementado e documentado a falta do SRSS em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/System-Center-Configuration-Manager-2012-com-SQL-Server-2012.aspx

 

Tabela Resumida de Incompatibilidades

Segue uma matriz de compatbilidade e problemas entre a suite System Center 2012 com o Windows 2012 e SQL Server 2012:

System Center 2012

Windows Server 2012

SQL Server 2012

ConfigMgr (SCCM)

Parcial (WSUS)

Parcial (Reporting Services)

OpsMgr (SCOM)

Parcial (Web Console)

Parcial (Reporting Services)

Orchestrator (SCO)

Ok

Ok

App Controller (SCA)

Não compatível

Ok

Service Manager (SCSM)

Parcial (Self Portal)

Parcial (Reporting Services)

Data Protection (DPM)

Ok

Ok

Virtual Machine Mgr (VMM)

Parcial (Self Portal)

Ok

É importante que estas incompatibilidades, principalmente no que ser refere aos problemas com o IIS e o WSUS do Windows 2012 serão resolvidos no Service Pack 1 do System Center 2012 (atualmente em Beta), como pode ser visto em http://blogs.technet.com/b/server-cloud/archive/2012/09/10/system-center-2012-sp1-beta-available-evaluate-with-windows-server-2012.aspx e http://technet.microsoft.com/en-us/library/gg682077.aspx#BKMK_SupConfigSiteSystemReq e http://technet.microsoft.com/en-us/library/gg682077.aspx#BKMK_SupConfigSQLSrvReq

 

Tabela Técnica de Incompatibilidades

Para quem quiser conhecer os detalhes técnicos das incompatibilidades, segue um resumo dos problemas que notei nas implementações:

Produtos Afetados

Feature Windows/SQL

Motivo

SCOM, SCSM, AppControler, VMM

Portal Web

IIS 8.5

O IIS 8.5 tem APIs diferentes para liberação das funções .NET Framework 4.5 e o System Center é construído sobre o .NET 4.0 o que gera incompatibilidades com WCF e ISAPI

Como estes produtos possuem portal web, não conseguem instalar no IIS

SCCM

Update Services (SUP)

WSUS

O WSUS atual (Windows 2008 R2) é versão 3.2 e a versão do WSUS no Windows 2012 é 6.2 e o instalador do SCCM não consegue detectar como válido

SCCM, SCOM, VMM

SQL Server Reporting Services (SRSS)

Os instaladores não detectam o SRSS do SQL Server 2012, é necessário instalar o SRSS do SQL Server 2008 R2 na mesma máquina para utilizar o SQL Server 2012

 

Conclusão

A conclusão que chego neste aspecto é que ainda não é hora de instalar o System Center 2012 em servidores Windows 2012 fora de laboratório, pois com o SP1 em Beta é bem possivel que futuras versão dele não sejam atualizáveis, o que implicará em reinstalar todo o ambiente. Já com respeito ao SQL Server 2012, não vejo problemas em instalar temporariamente apenas o SRSS do SQL Server 2008 R2, que depois pode ser desinstalado rapidamente e a alteração nos produtos é simples de ser realizada.

System Center Configuration Manager 2012 SP1 Beta Anunciado e Disponivel para Download

Hoje foi anunciado o Service Pack 1 do SCCM 2012, o que acrescenta importantes funcionalidades ao produto (inclui todos os outros produtos, detalhes no final do post).

Importante: Os arquivos disponibilizados não são apenas o Service Pack, contem o produto com o SP1!

Como já se tornou conhecido pelo público, hoje um Service Pack não é simplesmente um conjunto de updates e hotfix. O Cumulative Update se tornou a coleção de hotfix e o Service Pack alem de contem os fix dos CUs contem também novas funcionalidades. Isso ficou muito claro com o Windows 2008 R2 SP1 que trazia o Hyper-V 2.0

Algumas novas funcionalidades do SCCM 2012 SP1:

  • Deploy de SO automatizado para Windows 8 e Windows Server 2012
    Hoje é possivel fazer com o SCCM 2012 a distribuição destes novos SOs com o OSD, porem não há suporte as novas funcionalidades para serem configuradas, e estas serão acrescentadas no SP1
  • Pontos de distribuition (Distribution Points) utilizando o Azure
    Esta inclusão é muito interessante por permitir que empresas com conta no Azure tirem do tráfego downloads de software por parte de funcionários remotos
  • Automação de tarefas com o suporte acrescentado ao PowerShell
    Com a inclusão do PS em outros produtos se viu como uma linguagem de script fazia falta na automação de algumas tarefas por meio de scripts, e agora o SP1 permitirá isso com o SCCM 2012
  • Gerenciamento de clientes com Mac OS X e Linux/Unix
    Esta é uma funcionalidade muito aguardada, já que em maio de 2011 já se falava neste suporte. Agora, finalmente, temos esta possibilidade
  • Integração com Windows Intune
    Com o Service Pack 1 do SCCM 2012 e a nova versão do Intune será possivel integrar as duas plataformas (on-promisse e cloud) para gerenciar os usuários dentro e fora da empresa, mas utilizando um console unico pelo SCCM. Um ponto interessante é que a licença do Windows Intune para quem possui o SCCM 2012 será reduzido!

Qual a previsão de disponibilização da versão final destes produtos?    Inicio de 2013.

Caso deseje testar estas novas funcionalidades, é importante lembrar que produtos Beta não oferecem suporte pela Microsoft. O ideal é utilizá-los para testes e talvez gerenciar ambientes controlados.

Link para baixar o SCCM 2012 SP1 Beta: Microsoft Download Center

Release Notes: http://technet.microsoft.com/en-us/library/jj591611.aspx

Windows Intune, conta para 30 dias de testes: http://www.microsoft.com/en-us/windows/windowsintune/try-and-buy.aspx

 

Lista de alterações nos outros produtos da Suite System Center 2012:

  • Virtual Machine Manager
    • Improved Support for Network Virtualization
    • Extend the VMM console with Add-ins
    • Support for Windows Standards-Based Storage Management Service, thin provisioning of logical units and discovery of SAS storage
    • Ability to convert VHD to VHDX, use VHDX as base Operating System image

 

  • Data Protection Manager
    • Improved backup performance of Hyper-V over CSV 2.0
    • Protection for Hyper-V over remote SMB share
    • Protection for Windows Server 2012 de-duplicated volumes
    • Uninterrupted protection for VM live migration
  • App Controller
    • Service Provider Foundation API to create and operate Virtual Machines
    • Support for Azure VM; migrate VHDs from VMM to Windows Azure, manage from on-premise System Center
  • Operations Manager
    • Support for IIS 8
    • Monitoring of WCF, MVC and .NET NT services
    • Azure SDK support
  • Orchestrator
    • Support for Integration Packs, including 3rd party
    • Manage VMM self-service User Roles
    • Manage multiple VMM ‘stamps’ (scale units), aggregate results from multiple stamps
    • Integration with App Controller to consume Hosted clouds
  • Service Manager
    • Apply price sheets to VMM clouds
    • Create chargeback reports
    • Pivot by cost center, VMM clouds, Pricesheets
  • Server App-V
    • Support for applications that create scheduled tasks during packaging
    • Create virtual application packages from applications installed remotely on native server

 

Utilizando o Software Update Point no System Center Configuration Manager 2012

Uma das funcionalidades presente no SCCM 2007 que foi continuada e recebeu interessantes inovações é o Software Update Point, que tem a função de trazer para dentro do SCCM 2012 a capacidade de controlar, distribuir e gerar relatórios e dashboards.

Configuração Inicial

Para fazer a configuração do SUP (Software Update Point) no SCCM 2012 é necessário instalar a feature Windows System Update Services (WSUS) no Windows Server 2008 R2, o que pode ser realizado pelo Server Manager.

Nota: Não é possivel utilizar upstream server no servidor SCCM configurado como primary.

Depois disso o passo seguinte é no console do SCCM 2012 incluir a role SUP e configurar suas opções, como mostra a imagem abaixo onde podemos configurar os dados de proxy para acesso aos dados.

08-05-2012 11-15-06

Para configurar os produtos, tipos de update e criticidade é necessário acessar o menu pela Ribbon como mostra a imagem abaixo, e selecionar Software Update Point:

08-05-2012 11-17-55

A seguir será aberta a configuração do SUP onde selecionamos os produtos, classificações, regras de inclusão (supersedence) e idiomas:

08-05-2012 11-18-10

Aprovando e Distribuindo Updates

A partir da configuração já será possivel verificar os updates disponiveis na tela principal.

No dashboard do SUP será possivel ver todos os updates com estatisticas de aplicabilidade, bem como dados indicativos da instalação do update no parque inventariado.

08-05-2012 11-47-42

Clicando sobre os updates é possivel definir quais serão baixados (Download) ou fazer a distribuição (Deploy) diretamente ao Collections:

08-05-2012 11-49-21

Ao escolher a opção de deploy será possivel fazer um pacote, já que o processo de distribuição de updates do SUP é baseado na distribuição de software do SCCM, com a criação de um package e um advertisement, porem com um wizard mais simples que mostrarei no próximo tópico.

Automatizando os Updates

Uma diferença em relação ao WSUS é que o SUP não baixa sozinho a menos que se crie regras especificas, bem mais completas do que no WSUS que se baseia apenas no SO, produto e criticidade. No SCCM 2012 é possivel definir qualquer tipo de filtro para os updates, incluindo palavras especificas no texto da descrição.

O primeiro passo é criar um Automatic Deployment Rules que consiste em informar a coleção e a regra de distribuição:

08-05-2012 11-21-52

Na sequencia deverá ser indicado se deseja utilizar o WOL (Wake Up On Lan) para ligar as máquinas no horário pré-definido e o nivel de detalhes que o usuário verá de cada update, assim como aprovar automaticamente EULAs (contratos), que obviamente deve estar ligado, a menos que vc deseje que o usuário saiba o contrato de responsabilidade a ser utilizado:

08-05-2012 11-22-26

O próximo passo é o mais importante, pois envolve a criação dos filtros de semântica, onde podemos definir a criticidade, SO, idioma, data e até procura no texto descritivo do update para determinado produto, por exemplo, Excel:

08-05-2012 11-26-56

Na sequencia irá ser definido o fuso horário, se centralizado do servidor ou do fuso do cliente, quando será instalado e disponibilizado. No exemplo abaixo o update é disponibilizado assim que baixado no servidor e a instalação pode ser feita em até 7 dias, o que indica o tempo máximo que o usuário pode adiar antes que faça automaticamente a instalação:

08-05-2012 11-27-20

Como comentado no inicio, é utilizada a estrutura de pacotes na distribuição de updates, portanto o passo seguinte é indicar se será utilizado um pacote existente ou um novo. No caso de updates automáticos é bom utilizar um novo pacote para evitar confusões de conteudo. Note que na sequencia será definido o Distribution Point, localização dos downloads e idiomas desejados, levando em conta que idioma neste caso não é dos updates mas sim da interface:

08-05-2012 11-27-50

Com estes passos vimos como criar uma estrutura de updates dinâmica no SCCM 2012.

Posted: ago 24 2012, 14:02 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Novo curso no Microsoft MVA: System Center Configuration Manager 2012

Criado a algumas semanas por mim e o Josué Vidal (@josuevidall), este novo MVA (Microsoft Virtual Academy) aborda toda a infraestrutura e recursos que o SCCM 2012 possuem.

Vale a pena assistir em http://www.microsoftvirtualacademy.com/tracks/introducao-ao-system-center-configuration-manager-2012

image

Posted: ago 14 2012, 23:17 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Artigos no Wiki MIVP #14, #15 e #16–System Center Virtual Machine Manager 2012, Série Completa

Continuando a parceria com a agência de publicidade para a montagem de 20 artigos referentes a Private Cloud com System Center 2012, esta semana publicamos o artigo no portal MIVP do Wiki, desta vez focados no System Center Virtual Machine Manager 2012:

Em breve os próximos artigos que irão abordar o System Center Service Manager 2012 e Windows 2012:

  • System Center Service Manager 2012 - Instalação e Configuração
  • System Center Service Manager 2012 - Administração e Dia a Dia
  • Windows 2012 - Novidades do Hyper-V
  • Windows 2012 - Novidades do Cluster Service e NIC Team

Series anteriores:

Login
Marcelo de Moraes Sincic | Windows Azure Pack
MVP: System Center Cloud and Datacenter Management, MCT, MCSE, MCITP, MCPD, MCDBA
MVP Logo

Pageviews 2020: 6514308
Pageviews 2019: 4355776
Pageviews 2018: 4296564
Pageviews 2017: 4351543
Pageviews 2016: 3991973
Pageviews 2015: 2675433
Pageviews 2014: 2664208
Pageviews 2013: 2399409
Pageviews 2012: 3209633
Pageviews 2011: 2730038
Pageviews 2010: 1470924
Pageviews 2009: 64608

Últimos posts

Categorias

Arquivo

Tags

Azure Virtual Datacenter (VDC) Parte II-Conceitos Básicos

No post anterior falamos sobre a migração para Cloud http://www.marcelosincic.com.br/post/Azure-Virtual-Datacenter-(VDC)-Parte-I-Migracao-AS-IS-e-TO-BE.aspx 

Neste post vamos entender os conceitos básicos, que são representados por esse diagrama:

image

Cada parte representa um dos pilares que sustentam um Datacenter Virtual:

  • Encriptação – Todos os dados trafegados dentro de um datacenter onde vários clientes se hospedam precisam ser protegidos de forma que um não tenha acesso aos dados de outros. Isso envolve criptografia de comunicação, discos e trafégo
  • Identity – Um modelo consistente de identidade onde os clientes consigam se logar e ver seus objetos com todos os recursos disponiveis. No caso do Azure isso é feito pelo Active Directory multi-tenant (multi locatário). Como já conhecido no mercado sistemas de diretório permitem que multiplas empresas estejam hospedadas e compartilhem o modelo de banco de dados e autenticação com total isolamento
  • Software-Defined Networks – Como hospedar vários clientes se todos querem ter o mesmo range de IP e se comunicam pelos mesmos conjuntos de cabos?
    Esse é o desafio das SDNs, permitir trafego isolado. No passado faziamos isso com o recurso de VLAN mas era limitado a 65535. Hoje isso é feito de forma lógica por usar recursos como o NVRE e outros onde os pacotes de rede são tageados (marcados) a quem pertence, similar ao que a VLAN fazia mas sem o limite de 32 bits.
    Isso permite que multiplos clientes tenha o mesmo range de IP 10.0.0.0/24, já que cada rede virtual recebe um diferente TAG nos pacotes, com a criptografia e identidade garantindo a confiabilidade na entrega dos pacotes de dados
  • Compliance – De nada adiantaria se ao migrar para um datacenter público você ficasse preso a padrões que só funcionam lá. As clouds publicas precisam adotar os padrões de mercado para as redes se comunicarem. Isso não quer dizer que a forma como o Machine Learning da Microsoft é codificado é igual ao Machine Learning da AWS, mas sim que a parte básica segue padrões de interoperabilidade.
    Por exemplo, uma VMs na AWS pode se comunicar por IP com uma VM no Azure ou no Google Cloud, pois todas usam os mesmos protocolos, mesmo que um provedor tenha serviços agregados diferentes.
    O mesmo vale para uma aplicação em Moodle ou SAP, se está no Azure ou AWS não importa pois seguem os padrões de rede e comunicação (interchange) identicos.
    Por conta do compliance que posso deixar metade dos meus servidores local e os outros espalhados em 3 diferentes datacenter publicos e todos se comunicando normalmente.
  • Logging, Audit e Report – Ao migrar de uma nuvem privada (local) para uma pública preciso saber os custos e ter certeza que meus dados estão seguros e acessados só pelos meus usuários.
    Aqui não estamos tratando de log, auditoria e reports para o cliente e sim a infra interna para que o provedor tenha certeza que não há vazamento de dados, quem fez cada operação e reportar isso quando necessário.
    Por isso os cockpits de provedores de cloud pública são gigantescos. Precisam controlar e serem capazas de se refazer em qualquer tipo de falha que ocorra.
    Os primeiros datacenters surgiram do conceito de hosting, ou seja você tirava os servidores do seu rack em casa para levar ao provedor onde a eletrica, links e segurança fisica ficam por conta deles. Nesse modelo toda a responsabilidade de comunicação, segurança lógica e relatórios é sua.
    No modelo público uma boa parte dos recursos são alocados para controlar os recursos, por exemplo ao criar o antigo Microsoft Azure Pack (atualmente descontinuado) várias VMs eram criadas com o objetivo de fornecer os itens de controle.

Conclusão

Nesse segundo post falamos sobre os componentes básicos que formam uma cloud pública.

Sinta-se seguro ao colocar seus dados nesses provedores, eles são preparados para garantir o isolamento e segurança dos seus dados.

Microsoft Azure Stack - Porque Necessitará de Hardware Homologado

Como já é esperado por todos os profissionais de TI MIcrosoft, o lançamento do Azure Stack é aguardado com grande expectativa. O lançamento estava sendo esperado junto com o Windows 2016, mas agora foi adiado para o meio do próximo ano.

Basicamente, o Azure Stack é a mesma estrutura do Azure, mas para ambientes on-premisse com o novo portal.

A Microsoft já teve esse produto no passado como CPS by Dell (Cloud Platform System) que era um rack de servidores já com System Center e o Windows Azure Pack configurados para fornecer soluções de cloud "dentro de casa".
https://www.microsoft.com/en-us/cloud-platform/cloud-platform-system

A evolução do produto foi evidente, o novo portal do Azure comparado ao portal anterior com seus novos recursos e features foi o que nos fez esperar tão ansiosamente o Azure Stack.

O que mudou agora?

Assim como no CPS, o Azure Stack irá integrar updates de software e hardware e capacidades avançadas de biling, monitoração e balanceamento de recursos.

Adicionalmente, os potenciais usuários desse tipo de produto são empresas que precisam de modelos cloud e Datacenters comerciais.

Sendo assim, não é possível rodar o Azure Stack em qualquer hardware e garantir a criticidade do ambiente com SLA de 99,95% que é o desejado para este tipo de ambiente.

Uma vantagem do Azure Stack sobre o CPS é que o CPS era um produto Microsoft By Dell e o Azure Stack permitirá que qualquer fabricante homologue o hardware!

Essa não é uma mudança de rumo

Apesar do Azure Stack ter sido publicamente liberado, sempre se soube que ele exigiria um hardware mais "pesado" e que este tipo de solução necessita o uso de hardwares homologados.

Todos que já trabalham com soluções de Datacenter sabem que modelos como o CPS da Microsoft e o VCE da VMWare+Citrix+EMS são essenciais para garantir que todos os recursos de servidores, storages e networking interajam entre si sem queda de performance, perda de recurso ou incompatibilidades.

 

Enfim, o Azure Stack será um grande lançamento e uma enorme evolução no modelo de nuvem privada da Microsoft, mas não espere executá-lo naquele servidor que você tem em casa  ;-)

http://www.computerworld.com/article/3106743/cloud-computing/heres-why-azure-stack-will-only-run-on-certain-hardware.html
http://windowsitpro.com/hybrid-cloud/microsoft-s-azure-pack-delayed-allow-partners-time-certify-hardware

Gartner libera novo quadrante de Hypervisors x86

O Gartner liberou no meio do mês passado o novo quadrante de hypervisors x86.
Em relação ao quadrante anterior se destaca o distanciamento entre o VMWare e Hyper-V em relação aos outros produtos
 
No caso da suíte Microsoft o Gartner destaca a integração do System Center com o Hyper-V e Azure para nuvens híbridas, alem de reconhecer que o System Center tem funcionalidades superiores em relação a gerenciamento do ambiente de TI como um todo.
 

Hypervisors Jul-2015

MVP V-Conf – Evento Online de MVPs

image

A Microsoft está organizando um evento virtual com MVPs em vários lugares do mundo, e o Brasil foi um dos escolhidos.

A data do evento no Brasil será a mesma dos outros países do mundo, dias 14 e 15 de Maio, detalhes em http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference.aspx

A inscrição pode ser feita pelo link: http://aka.ms/mvpvirtualconference2015

No link http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference-sessions.aspx#Brazil é possivel ver a grade completa das palestras em portugues, feitas por MVPs brasileiros.

Junto com o Vidal teremos duas palestras e convidamos todos a participar!

image

System Center Technical Preview (vNext) – Features Removidas

Já a algum tempo que temos disponíveis para download as versões preview do System Center, e uma pergunta que em enviam com freqüência é sobre o SCCM e o AppController.

Onde está o SCCM TP?

Primeiro tratamos do Configuration Manager (SCCM). Apesar de fazer parte da família (suite) de produtos System Center, o SCCM é tratado por um grupo separado. Enquanto o grupo de Program Managers de CDM (Cloud and Datacenter Management) cuida da inteira suite, o SCCM está debaixo do grupo de Enterprise Client Management já que está mais ligado a camada cliente do que servidores e operações de TI como os outros produtos.

Sendo assim, o SCCM não está ainda disponível na versão Technical Preview.

AppController

Agora vamos falar do AppController. Esta ferramenta é uma que particularmente eu gostava muito (http://www.marcelosincic.com.br/search.aspx?q=appcontroller), pois integra a administração do ambiente privado (via VMM) com o ambiente público no Azure, permitindo utilizar os mesmos templates e uma única ferramenta administrativa.

Na versão vNext do System Center ele será descontinuado, e o motivo é que poucas empresas utilizaram o AppController para gerenciar ambientes híbridos, usando o AppController como portal de auto-atendimento.

Com o lançamento do Windows Azure Pack (WAP), os principais clientes do AppController passaram a ter uma ferramenta de auto-atendimento muito mais robusta e completa para IaaS, PaaS e SaaS (AppController só fornecia IaaS).

Server App-V

Abordei esta ferramenta no passado (http://www.marcelosincic.com.br/post/Virtualizacao-de-Aplicacoes-de-Servidores-com-o-Server-App-V-do-VMM-2012.aspx) e sua funcionalidade sempre foi pouco utilizada.

Com a telemetria de uso e pesquisas da Microsoft constatou-se que os clientes utilizam muito mais templates com as aplicações e softwares instalado do que o seqüenciamento de aplicações/serviços.

Baseado neste baixo uso e duplicidade de maneiras de embutir aplicações, a Microsoft decidiu pelo mais econômico que é descontinuar o desenvolvimento.

Outras Remoções

Existem ainda alguns outros itens, mas são menos relevantes e óbvios, como por exemplo, versões mais antigas de vCenter e Xen.

Todas as remoções estão disponíveis em https://technet.microsoft.com/en-us/library/dn806370.aspx

Login