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Embate entre IT PROs e desenvolvedores, como melhorar o relacionamento?


No Community Zone que ocorreu na semana passada estávamos conversando em uma mesa, não vou citar os nomes porque não lembro todos e seria injusto, e chegamos no assunto acima. De um lado da mesa tinhamos alguns IT PROs e do alguns desenvolvedores. Os desenvolvedores já logo criticam o pessoal de Infra pela dificuldade que eles impõe e sempre jogam a culpa nos sistemas e programadores.

Eu atuo nas duas áreas desde que comecei a trabalhar em 1988. Neste época sistema operacional era CPM, rede era multiplexada serial, linguagem era Dbase II que já era o banco de dados também. Desde então tento manter os dois universos, estudo tanto os produtos de rede quanto as linguagem de programação. Posso dizer que está ficando dificil, os produtos se tornaram muito complexos, mas ainda consigo me organizar por estudar a fundo um por vez focando nas mudanças.

Mas enfim, a idéia do post é falar da experiencia de quem a um bom tempo convive nos dois mundos.

O que os desenvolvedores fazem para serem “odiados”?

O principal problema dos profissionais de redes é conseguir monitorar as aplicações. Os desenvolvedores não se interessam muito em como os IT PROs trabalham e não dão os recursos necessários para eles. Algumas coisas simples como métricas, logs e identificação clara de processos já resolveriam muitas discussões.

O que podemos fazer como desenvolvedores para trazer a paz?

Alguns exemplos de recursos que poderiam ser facilmente utilizados pelos desenvolvedores:

  • Na string de conexão com o banco de dados inclua o parametro Application Name para o DBA poder monitorar a aplicação. É um parametro muito simples e extremamente necessário, porque em aplicações é comum utilizar usuários fixos para aplicações e sem o nome não é possivel saber qual sistema está executando aquele comando que gerou locks ou wait times excessivos. Um exemplo de uma string de conexão “bem feita” seria:
    ”Provider=SQLServerOleDB;Server=ABC;Database=DEF;UID=Joao;PWD=1234;Application Name=SISContabil
  • Inclua nos seus aplicativos contadores de performance utilizando os objetos PerformanceCounter e Installer. Estes objetos geram no Performance Monitor do Windows dados que podem ser transformados em gráficos, traces, alertas e logs. O processo para criar um contador é muito simples:
    1. Insira o objeto PerformanceCounter em sua aplicação
    2. Configure o objeto criando uma categoria (CategoryName) e contador (CounterName)
    3. Clique com o botão direito no objeto e escolha Add Installer para que sua aplicaçoes crie no registry do Windows os registros do contador
    4. No seu código ao acessar um banco de dados, por exemplo, utilize o objeto PerformanceCounter com o método Increment para aumentar o valor do contador
  • Gere erros ou alertas de problemas no log de eventos do Windows. Este recurso permitirá aos operadores vasculhar no Event Viewer do Windows problemas que estão ocasionando paradas. Tão útil é este recurso que os IT PROs poderão utilizar produtos como o System Center Operations Manager, NetIQ ou Tivolli para quando um evento acontecer disparar emails de alerta para os administratores, ou melhor ainda, executar scripts que automaticamente resolvem o problema.
    Para fazer isso basta seguir os passos:
    1. Acrescente ao seu aplicativo o objeto EventLog
    2. Defina o nome do Log (Log) que será criado e o nome da aplicação (Source)
    3. Dentro do seu aplicativo utilize o método WriteEntry para passar os parametros que serão gravados no log do SO

Estes são 3 exemplo que poderão ser utilizados e resolverão muitos dos problemas que hoje existem entre estes grupos. Claro que os exemplos estão baseados em aplicações Windows Forms, mas os mesmos objetos podem ser utilizados programaticamente no ASP.NET.

Para que os desenvolvedores tenham uma idéia do porque é importante os passos acima, pense que o IT PRO trabalha com resolução de problemas baseados em comportamento de sintoma-causa-solução e sem contadores de performance e eventos não tem como achar a causa sobrando apenas culpar o programador que “andou mexendo no servidor”.

Outro recurso muito importante que os passos acima possibilitam é criar o Baseline onde os IT PROs tem uma base de alterações no ambiente. Por exemplo, fazem a medição de contadores ao longo de um periodo e quando o servidor apresenta problemas de performance eles comparam os contadores atuais com os de base para descobrir onde estão as variações. Se o desenvolvedor não dá as medições o IT PRO irá verificar os contadores e como nenhum demonstrará o problema, mais um vez o “programador que mexeu aqui” é o culpado.

Outra forma de monitoração com produtos que já foram citados são os Dashboards do SCOM que mostram em grandes monitores o estado de cada servidor por monitorar os eventos no log e o baseline de performance. Se a aplicação não gera nem log nem contadores, o servidor não irá apresentar o erro, resumindo a dizer que o IIS ou o SQL está com tempo de resposta lento quando o problema já se alastrou para todos os subsistemas (disco, processador e memória).

É isso ai, como programador também me incluo entre os que deixam de prover as ferramentas. Mas vamos mudar isso !!!!!

Se alguem lembra de outros métodos para “pacificar” essa apimentada relação, comente.

Posted: set 24 2010, 18:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Outros | Visual Studio | Windows

Guia de preparação para o exame 70-511 (MCTS Developing Windows Application .NET Framework 4.0)

Hoje entreguei o conteudo da palestra no TechEd 2010 “Dicas e truques do exame 70-511 – MCTS Windows Application 4.0”.

TechEd 2010 (8)

Durante a palestra falamos sobre o conteudo do exame, a importancia dele no mercado e facilidades para se certificar.

Dois pontos tornam esta certificação hoje importante, uma delas é o fato de o mercado já estar com um grande numero de certificados em .NET e a certificação destaca o profissional.

A outra é que as promoções de certificação da Microsoft para pessoas fisicas (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Segunda-Chance-(Second-Shot)-de-volta-com-desconto-por-volume-(Pack)-de-1525-a-2025.aspx) e parceiros (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Segunda-chance-(Second-shot)-para-parceiros-MPNe28093Descontos-de-2025-a-3025-no-Pack.aspx) facilita financeiramente a certificação.

Na palestra utilizei como recurso o powerpoint da apresentação, anexado abaixo em formato PDF, o meu guia de dicas do exame 70-511 que está linkado neste blog e um simulado baseado no Self Test. Quanto a este ultimo não pude colocar no site porque ao consultar o pessoal descobri que distribuir este conteudo é ilegal… Uma pena.

Segue abaixo então os dois arquivos principais:

PowerPoint: CER205_MSincic.pps (1,85 mb)

Guia para o exame 70-511: Guia Exame 70-511.pdf (1,79 mb)

Outro recurso muito bom é o treinamento online mantido por MVPs em http://www.campusmvp.net/catalog/microsoft-certification-online-courses/3-70-511-ts-windows-applications-development-with-microsoft-net-framework-4-certification-exam-preparation-course/

Posted: set 15 2010, 16:23 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Visual Studio 2010 LigthSwitch–Primeiras impressões

No twitter do João Paulo Clementi (twitter.com/jpclementi) foi noticiado o Beta do LigthSwitch, uma interface de desenvolvimento para aplicações muito interessante (http://www.microsoft.com/visualstudio/en-us/lightswitch). Alguns destaques:

  • O IDE é baseado totalmente em banco de dados
  • Os formulários são criados automaticamente, bastando indicar a tabela
  • A interface para o usuário é única, estilo MDI com abas inteligentes
  • A aplicação final é disponivel em SilverLight utilizando, obviamente, WPF
  • A aplicação permite os recursos de debug do VS2010
  • As customizações de layout da aplicação podem ser feitas em runtime “on live”

Ao iniciar o IDE do VS2010 e criar a aplicação o primeiro passo é escolher a fonte de dados:

TelaInicial

No meu exemplo utilizei uma base de dados que já existe, e na sequencia utilizei o botão “New DataItem” que permite a criação dos formulários e grids, escolhendo as tabelas. Você pode escolher em formato grid, tabular ou detalhes, como a figura abaixo:

Form-Criacao

Na sequencia você define os controles para cada coluna, colunas disponiveis e pode adicionar novos botões (Add Layout Item) ou então escrever códigos nos eventos (Write Code) dos controles, como as figuras abaixo:

Construção de Tela

Após incluir as colunas é possivel indicar o tipo de visualização das colunas irá mostrar, o que é importante já que os formulários são todos editáveis e com atualização automática no banco:

Construção de Tela-2

Ao executar o projeto, notando que no meu exemplo utilizei uma tabela de linhas de onibus e municipios, notem a interface criada, onde o próprio LS criou os menus e os formulários de edições em formatos diferenciados, um em grid e outro em formato de edição comum, onde inclui um botão customizado:

Form-Pronto-1

Form-Pronto-2

Notou o botão “Customize Screen” na aplicação?   Ele permite que seja feita customização na aplicação em runtime “on live”, o que permite uma rápida adequação do layout dos diversos itens, como pode ser visto abaixo:

Form-Customizacao

É isso ai, uma excelente ferramenta para desenvolvimento que irá facilitar a criação de data forms com um layout que o cliente irá se impressionar. Este artigo foi um breve overview, instale e descubra que o que esta ferramenta pode fazer.

Posted: ago 27 2010, 13:51 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: .NET | Visual Studio

WebMatrix: Gerenciador para desenvolvimento de sites (WPI 3 Beta)

A Microsoft disponibilizou uma nova versão do Web Platform Installer V3 Beta. Já havia postado sobre a versão 1 e 2 (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Microsoft-Web-Platform.aspx) e agora temos acréscimo na versão 3 não apenas de aplicações web mas também de aplicações para desenvolvimento.

Agora são distribuídas as versões do Visual Studio Web Developer 2010, SQL Server 2008 R2 e versões recentes das aplicações como BlogEngine, WordPress, Moddle, etc. Porem foram acrescentadas novas aplicações muito interessantes:

WPI-3

  • O Microsoft Azure Tools é um pacote de utilitários que acrescentam ao Visual Studio o suporte a gerenciar e implementar aplicações no Azure, ambiente de cloud da Microsoft
  • Windows Server AppFabric é um servidor que permite hospedar os serviços que utilizam WCF
  • O WebMatrix é um gerenciador de sites web, muito interessante. Não apenas gerenciar páginas e faz a implementação no site, mas inclui relatórios e ferramentas para análise do site. Vou falar um pouco mais do WebMatrix.
  • IIS Express que é superior ao atual Web Server do Visual Studio por ser uma única instancia ao invés das individuais que o VS cria, como a imagem abaixo.
IIS Express

Nota: O WebMatrix não é um editor de páginas, ele apenas cria as páginas vazias sendo necessário o Visual Studio 2010 (pode ser o Express) para editar as páginas e códigos.

A tela inicial abaixo do WebMatrix já mostra bem o que ele faz. Diferente do WebMatrix do ASP 1.0 que era um micro Interdev, este tem tarefas de gerenciamento de arquivos de um site, banco de dados e relatórios do seu site. Note a interface gráfica que está se tornando um padrão nos novos produtos da Microsoft, com a Ribbon e as tarefas separadas por splits na parte de baixo do painel, com detalhamento na parte central da tela.

 

WebMatrix

Nesta segunda tela vemos as opções ao clicar na opção “Site” acima. Note no menu que uma sacada interessante é a opção de executar o site tanto no IE quanto no Firefox, o que vai facilitar para testes de desempenho e compatibilidade em múltiplos browsers. Note também a possibilidade de incluir novos arquivos no site, mas lembre-se da nota anterior de que é necessário clicar no botão “Visual Studio” para editar as páginas e arquivos com os wizard, já que o WebMatrix só suporta modo texto.

WebMatrix-1

Nas tarefas “Databases” temos uma série de ferramentas para manipular um banco de dados embutido no site. Para quem ainda não conhece, este recurso foi introduzindo do Framework 3.x e permite abrir arquivos com extensão mdf diretamente no IIS, tendo as funções do SQL Server totalmente compatíveis. Isso facilitou muito para quem hospeda sites e não tinha a opção de instalar um banco de dados. Com os wizards do WebMatrix é possível criar databases, tabelas, índices, executar queries, etc..

WebMatrix-DB

Algo que me chamou atenção foi a tela de Reports com a opção de gerar um relatório de análise SEO utilizando o Bing. Este recurso é muito importante para o desenvolvedor já ter antes da publicação do sites dicas e um relatório de como o site será visto pelos SEOs (sites de busca) quando for publicado. Isso aumenta muito a eficiência das pesquisas e permitirá ao desenvolvedor fazer as customizações sem conhecer tudo sobre SEO.

WebMatrix-Reports

WebMatrix-Reports-2

É isso ai, para quem quiser baixar e começar a usar as ferramentas vá ao link http://www.microsoft.com/web/webmatrix/download/
Posted: jul 07 2010, 16:27 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: .NET | IIS | Visual Studio
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