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Microsoft Virtual Machine Converter (MVMC)–Retirada do Produto

A Microsoft anunciou esta semana a retirada do MVMC como produto já no final deste ano.

https://blogs.technet.microsoft.com/scvmm/2016/06/04/important-update-regarding-microsoft-virtual-machine-converter-mvmc/

Para quem não conhece o MVMC ou não lembra sua função, ele é um plugin para converter maquinas fisicas (P2V) ou virtuais de outras plataformas (V2V) para VMs no Hyper-V.

 

O que usar no lugar do MVMC?

A sugestão apresentada é utilizar o Azure Recovery Site, mas ele na verdade é um serviço e não seria útil quando o desejo é subir VMs em ambiente on-premisse.

Porem, no caso do cliente que quer transformar o ambiente fisico (P2V) para nuvem (IaaS) o Azure Recovery Site é a melhor opção.

E para quem precisa fazer V2V hospedadas no VMWare para o Hyper-V pode utilizar o próprio VMM (System Center Virtual Machine Manager) que processa a conversão nativamente.

Por fim, para os casos de conversão de maquinas fisicas para virtuais (P2V) pode-se usar o Disk2VHD como já comentado em outras ocasiões e é um produto muito conhecido para gerar VHDs a partir de discos fisicos, que abordei em 2009: http://www.marcelosincic.com.br/post/Ferramenta-para-converter-HD-fisico-(em-uso)-para-VHD.aspx

Link do Disk2VHD: https://technet.microsoft.com/en-us/sysinternals/ee656415.aspx

Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager–Software Metering (Parte IV)

Neste quarto artigo sobre como utilizar o SCCM para falar de SAM (Software Asset Management) vamos falar sobre o Asset Software Metering (métricas de software).

Para lembrar da nossa pauta e a agenda dos itens, use o link de introdução: http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Introdução do Software Metering

Quando precisamos gerir uso de software é importante controlar quem precisa e realmente usa um determinado ativo de software. Muitas vezes nos deparamos com a situação de usuários que pedem e instalam diversos softwares, ou até colocamos isso em imagens, e a empresa passa a pagar a conta por algo que nunca foi usado.

Anteriormente até a versão 2007 R3 era possível indicar quantas execuções simultâneas podiam ser executadas de um software, porem este tipo de licenciamento não existe mais. Nas regras de licenciamento atual conta-se a instalação de um software e não a execução dele. Empresas que ainda utilizam o método de execução simultânea utilizam logs no servidor ou então keylocks específicos.

Um bom exemplo da necessidade do Metering são produtos como Access, Visio e Project. Muitas instalações de Visio e Project foram feitas para uma única ocasião que o usuário precisou e lá ficou consumindo licença e consequentemente dinheiro.

O caso do Access é a diferença entre o Office Standard e o Office Professional, que em valores são muito diferentes (Professional chega a ser mais que o dobro de preço do Standard) mas em funcionalidade a principal diferença é Access e Skype For Business full. Poucos usuários realmente usam o Access, a maioria poderia usar apenas o engine de Runtime. No caso do SfB pode-se usar a versão Basic que só não funciona para VoIP ou conferencia multi-ponto, que são recursos pouco usados no dia a dia da maioria dos usuários.

Habilitando a Função

Software Metering não é uma role de servidor e sim uma feature que é controlada pelo Management Point. O funcionamento básico do Metering pode ser descrito como:

  1. Habilita-se a regra de Metering nas configurações de agentes
  2. Criamos ou habilitamos quais softwares inventariados serão medidos
  3. O agente recebe as regras de metering e passam a controlar o uso dos softwares indicados
  4. Periodicamente estes dados são enviados ao Management Point que irá consolidar

Para habilitar a regra, basta ir em Administration –> Client Settings e alterar a regra default ou criar uma especifica:

capture20160525162016091

No exemplo acima habilitei o Metering e indiquei que os agentes irão reportar a cada 7 dias. Esse tempo é importante dentro de seu cronograma de gestão de ativos, se você controla ativos mensalmente pode aumentar o período para quinzenal, mas é importante lembrar que se o período de coleta for alto poderá ter dados atrasados.

Por exemplo, se o período de coleta for de 20 dias e um determinado agente fez o report dos dados no dia 14, ele só irá reportar novamente no dia 4 do mês seguinte. Se seus relatórios são gerados no primeiro dia do mês, ele estará com dados incompletos para este agente do exemplo. Portanto, em geral escolha o período de 7 ou 5 dias.

Depois de habilitado a regra do agente podemos indicar no servidor qual o período de retenção dos dados e se desejamos que a lista de software seja copulada automaticamente:

capture20160525162851101

Note que é possível indicar que um software só apareça automaticamente na lista se estiver em mais de 10% dos computadores, para evitar que a lista fique tão grande com qualquer executável que exista nas maquinas. Também note que podemos definir um limite e após este (no exemplo 100 softwares) não irá mais ser criada a regra para novos softwares.

Definindo os Softwares que serão medidos

O Metering se aproveita do inventário de software para gerar uma lista, trazendo todos como desabilitados:

capture20160525162459512

A forma mais fácil de trabalhar o Metering é habilitando para os softwares desejados, porem isso tem como inconveniente a versão do arquivo (File Version) pois o inventário gera as regras por versão.

capture20160525162513716

Isso pode ser útil para empresas que possuem diversas licenças de softwares em edições diferentes, por exemplo o Visio 2010, 2013 e 2016. Nestes casos é possível saber quem utiliza o Visio na versão especifica.

Porem, na maioria dos casos isso é irrelevante. Não controlamos quem usa cada versão, pois a quase totalidade dos softwares não permitem edições diferentes na mesma maquina.

Sendo assim, é possível alterar os dados ou criar regras novas usando coringas como “*” para indicar que qualquer versão, idioma ou nome vale para a regra. Por exemplo, podemos alterar a regra de versão acima do VMConnect.exe para “*” ou “6.*” e assim aumentar o range de medição ao invés de criar uma regra para cada versão.

Além disso, é possível criar suas próprias regras como o exemplo abaixo:

capture20160525162739514

Neste caso estamos medindo o uso do Word em qualquer idioma e versão de Office.

Relatórios do Software Metering

Existem atualmente 13 relatórios para o Metering:

capture20160525172555946

Alguns são muito interessantes e merecem destaque.

O primeiro deles é o “Total Usage for all metered software programs” que fornece dados resumidos de todos os softwares com regra habilitada, separando por uso local ou pelo Remote Desktop:

capture20160525172802568

Como o licenciamento de TS/RDS é diferente de licenciamento local, estes dados são muito importantes para gerar um licenciamento otimizado para a empresa.

Outro relatório que parece não ter muita valia mas serve para propósitos administrativos é “Time of day usage summary for a specific metered software program" pois fornece uma visão de demanda:

capture20160525172938666

Por exemplo, essa informação pode ser útil para medir performance de rede relativa para aplicações cliente servidor como SAP, TOTVS ou outros que sofrem picos de uso durante o dia.

Outros relatórios também fornecem dados interessantes:

  • Computers that have a metered program installed but not run in time – Permite ver computadores que tem, por exemplo Project e não o usam durante o mês inteiro
  • Computers that run a specified metered software program – É o inverso do anterior, demonstrando quem utilizou o programa durante o mês
  • Total usage trend analysis for a specific metered software program – Este relatório detalha o anterior, pois mostra quantas vezes um determinado software foi usado e por quanto tempo. Este relatório permitirá identificar alguém que usou um software e ficou com ele aberto por 10 segundos, indicando que na verdade abriu por engano.

Conclusão

O Software Metering não é uma parte do SAM, pois não representa dados de licenciamento como faz o Asset Intelligence.

Porem, o Software Metering é essencial para reduzir e otimizar o licenciamento que as empresas pagam, por permitir saber quem realmente usa um determinado software para trabalho.

Posted: mai 26 2016, 15:27 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager–Asset Intelligence (Parte III)

Neste terceiro artigo sobre como utilizar o SCCM para falar de SAM (Software Asset Management) vamos falar sobre o Asset Intelligence (AI) ou Ativos Inteligentes.

A diferença entre inventário e controle/gestão de ativos é a inteligência sobre os dados coletados, o que é feito pelo Asset Intelligence no System Center Configuration Manager.

Para lembrar da nossa pauta e a agenda dos itens, use o link de introdução: http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Ativando a Role (Feature)

Para ativar o AI é necessário ativar a role em um dos servidores do Site System, neste caso utilizo o meu servidor primário:

image

A configuração da role AI é muito simples, apenas se habilita e define o agendamento:

capture20160516123143567               capture20160516123150983

Configurando a Feature

A configuração da role AI é tão simples quanto foi a ativação, na prática basta usar o botão “Enable or Disable Asset Intelligence Syncronization Point”.

capture20160516123257659

Essa sincronização é necessária para montar a tabela de produtos, categorias e requisitos de produtos. Como pode ser visto no menu acima, o AI trabalha com essas informações para montar dados de inventários inteligentes indicando os computadores que estão com softwares não adequados e mesmo para montar a lista de licenciamento dos produtos Microsoft.

O resultado da sincronização é demonstrado no quadro abaixo:

capture20160516123319883

Veja que 31 dos softwares instalados no meu ambiente inventariado foram identificados, outros 51 não estão no cadastro da Microsoft, e podem ser vistos clicando-se no numero 51:

capture20160516123414410

Pode-se notar que neste caso a maioria dos softwares são Microsoft, mas não estão identificados pois como pode ser visto na primeira tela do AI, ele não sincronizou nos ultimos 6 meses  Smiley piscando

Podemos manualmente identificar os itens clicando em propriedades e inserindo os dados como categorias e familias de software. Esse dado não é essencial para licenciamento ou inventário, mas essencial para gestão de ativos uma vez que categorizar e dividir em familias é parte dos relatórios sintéticos apresentados.

Note tambem que temos a possibilidade de usar Label 1-3 para customizar relatórios desejados com produtos ou outra informação que seja importante na sua organização.

Por fim no menu temos a opção Hardware Requeriments que obviamente identifica os requisitos que um software precisa. Também é util quando desejamos executar relatórios para gestão de ativos de hardware, priorizando computadores que estão aquem da necessidade dos softwares nele instalados:

capture20160516123449525

Por fim, no menu Catalog podemos incluir as categorias, familias e labels customizados. É importante manter essa tabela alinhada com suas necessidades de relatórios, mas não é essencial ao funcionamento ou a prática de gestão de ativos:

capture20160516123510329

Importação de Licenças

A importação de licenças é feita para criar os relatórios de gestão e licenciamento. Para isso clique no botão Import Software Licenses:

image

Onde esse arquivo pode ser encontrado ou criado?

Para clientes corporativos é possivel usar o site VLSC que lista todas as compras de softwares realizadas, e tem a opção de importar para XML. Basta pegar o arquivo gerado e importar para dentro do SCCM.

Se for montar este arquivo manualmente, pode-se utilizar o modelo disponivel em https://technet.microsoft.com/en-us/library/hh427341.aspx. Basicamente criamos uma planilha em Excel e exportamos para CSV.

A dificuldade neste caso é criar o arquivo com os nomes exatos de softwares, fabricantes e informações de versão e edição. Mas uma vez criado o arquivo, a manutenção é muito simples.

Relatórios de Hardware

Os relatórios do AI ficam na categoria própria e podem ser visualizados pelo Filter como demonstrado na lista de relatórios abaixo:

capture20160516123636604

Os primeiros relatórios são os de Hardware onde o AI utiliza dados coletados para gerar relatórios com diferenças significativas dos relatórios de inventário normal.

Destaque para alguns relatórios:

  • 03A Primary computer users – O AI identifica qual o principal computador de cada usuário, isso é baseado em quem utiliza o computador por mais de 66% do tempo
  • 04A Computers with multiple users – Em computadores onde não existem um usuário que fica logado por mais de 66%, isso é indicação de um computador compartilhado por vários usuários
  • 10A Computers in … have changed memory – Lista de computadores que tiveram alterações de memória, que é a comparação entre diferentes inventários de hardware e identifica a mudança
  • 10B Changes on a specified computer… – Lista o que foi alterado em um determinado periodo de tempo em um computador selecionado, o que é util para identificar mudanças em um computador de referencia ou estratégico

Importante: Para funcionarem os relatórios 03A e 04A é importante que o Log de segurança do Windows esteja habilitado: https://technet.microsoft.com/en-us/library/gg712322.aspx#BKMK_EnableSuccessLogonEvents

Relatórios de Software

A segunda parte dos relatórios são os de software:

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Alguns relatórios são mais importantes de software, apesar de todos serem especialmente necessários:

  • 04A/B/C Autorun – São relatórios que permitem ao administrador visualizar os softwares que estão em auto-execução nos computadores, o que é importante em um grande ambiente
  • 07A/B/C Recently used executable by Computers – São relatórios interessantes para a gestão de ativos, mas normalmente usamos os relatórios de Software Metering, que é um requisito para funcionarem
  • 08A/B/C Recently used executable by Users – São relatórios como os da série 07, mas baseado no numero de usuários
  • 09A/B Infrequently used software – Esse relatório é o mais importante desta categoria, pois dele é que decidimos onde desinstalar um software com licenças insuficientes ou decidir a compra de um software. Por exemplo Viso, Project e principalmente Visual Studio tem alto custo e saber onde não são usados é uma economia significativa

Importante: Para os relatórios de software do AI funcionarem é necessário que esteja habilitado o Software Metering https://technet.microsoft.com/en-us/library/gg712306.aspx

Relatórios de Licenciamento

capture20160516123703778

Estes relatórios são os que importam nessa série.

Podemos destacar os mais importantes:

  • 01A/B/C/D Microsoft VL ledger – São relatórios que nos permite visualizar o resumo do licenciamento que foi importado, principalmente quando o arquivo foi importado do VLSC estes relatório nos darão a visão do licenciamento total
  • 02A/B/C Nearing expiration – São relatórios uteis quando os softwares tem data de expiração, o que pode acontecer com Office 365 e outros produtos comprados em contrato EAS que anualmente precisam ser renovados
  • 06A/B Per-Processos licensed – Estes relatórios são essenciais para o licenciamento de SQL Server e Windows Server que possuem o licenciamento por processador (Windows) ou Core (SQL Server). No caso do SQL o licenciamento também pode ser no modelo Server+CAL e isso só pode ser controlado manualmente
  • 14B – List of MS SW…not found – Util para validar produtos que não estão em uso e podem ser substitutos de outros que estão com licenciamento estourado, por exemplo trocar a versão do Office Professional pelo Standard
  • 14A e 15A Reconciliation – São os mais importantes, os que resumem o licenciamento

Abaixo estão os mais importantes. O primeiro identificando as compras e o canal (a legenda fica na ultima página), lista dos produtos inventariados que precisam de licença que é util para criar o arquivo de licenças manual junto com o terceiro onde vemos os produtos que não foram encontrados no arquivo de licenças:

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Por fim, o mais importante deles é o relatório de conciliação. Como pode ser visto, boa parte do trabalho manual já é realizada pelo SCCM:

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Posted: mai 18 2016, 03:26 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager–Além do Inventário (Parte II)

Neste segundo artigo sobre como utilizar o SCCM para falar de SAM (Software Asset Management) vamos falar sobre como ir alem do padrão (default) nos inventários de Software do SCCM.

Para lembrar da nossa pauta e a agenda dos itens, use o link de introdução: http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Regras de Agentes

No SCCM das versões 2012 e posteriores é possível criar regras para grupos de computadores diferenciados. Essas regras diferenciadas são criadas apenas com os itens que se deseja alterar do default e depois se aplica (Deploy) ao grupo de computadores desejado:

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Criando uma Regra para Expandir o Inventário para o SAM

A regra para expandir o inventário além do padrão é incluir na regra customizada a parte de Software e Hardware Inventory.

Na configuração de SW Inventory é importante incluir as extensões que deverão ser parte do inventário. Em geral escolhemos apeans o que for “*.exe”, mas é importante para um SAM alem de produtos Microsoft incluir o que for “*.com”. O motivo é que alguns softwares ainda se baseiam em aplicativos de comando e com os detalhes destes executáveis é possivel ir alem de aplicativos Windows.

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Alem da inclusão das extensões para exatidão é importante incluir os detalhes (Inventory reporting detail: Full details) que irão permitir saber a data de instalação de um software e alguns outros dados. Por exemplo, softwares não MSI (Microsoft Installer) os detalhes precisam ser capturados diretamente no binário, uma vez que não gera dados no Adicionar e Remover Programas do Painel de Controle.

Agora vamos falar do inventário de Hardware, onde se encontra as principais configurações adicionais que envolvem o Adicionar e Remover Programas presente no Painel de Controle.

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No inventário de Hardware temos configurações que não são incluídas no padrão que podem ser acessadas pelo botão Set Classes… Para acessa-las filtre pela palavra ou categoria Software. É importante não deixar de notar que são informações tratadas pelo Asset Intelligence que iremos tratar em outro artigo.

A primeira categoria é a de Softwares instalados que retorna dados importantíssimos envolvendo o tipo de instalação, a data, localização e fonte. Essas informações podem ajudar a definir a data em que determinado produto precisa ser pago em caso de regularização que incluia cobrança reversa. Alem disso, softwares que executam em determinada origem podem ter algum tipo de licenciamento a parte, por exemplo software que são assinados e executados a partir de um servidor dedicado.

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O segundo grupo de configurações ajuda a identificar softwares de avaliação e principalmente OEM. Em muitos clientes encontramos máquinas compradas em OEM mas que utilizam imagens e com isso invalidam as chaves. Coletando esses dados é possível levantar mais claramente o que for OEM:

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O terceiro grupo de configurações serve para identificar softwares ativados com chave de volume, chamada de VL. Em geral usamos o servidor KMS (Key Management System) para ativar automaticamente Windows e Office de forma automática sem precisar de internet. Como softwares VL precisam de licenciamentos por contrato, é importante identificar esta informação.

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Relatórios Úteis com Base Apenas nos Inventários

Com base no inventário de arquivos .EXE e .COM é possivel usar uma série de relatórios listados na tela abaixo. Porem, sempre destaco o relatório de comparação de softwares entre computadores. Por exemplo, pode-se utilizar uma maquina de um usuário para comparar se ele está de acordo com maquinas de outras pessoas. Isso ajuda nos casos em que empresas permitem que usuários instalem softwares, mas ainda deseja controlar ou ter um modelo por departamento ou outra variação:

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Na lista abaixo vemos os relatórios que são gerados com base no inventário de Hardware. São relatórios simples como uma lista de softwares com detalhes como versão e instancias totalizadas. Em geral utilizamos esses relatórios para ter os detalhes de um determinado produto. Por exemplo, o produto de licenciamento não-servidor mais caro é o Visual Studio em qualquer uma de suas versões e saber onde ele está instalado é importantíssimo.

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Assinando Relatórios

Todos os relatórios podem ser assinados, o que permite recebe-los em sua caixa de email ou em uma pasta compartilhada em rede. Isso é interessante para acompanhar determinados softwares que precisam ser controlados, por exemplo Visio, Project e Visual Studio que tem custo elevado.

Neste artigo estamos falando de relatórios para SAM Microsoft, mas a assinatura de relatórios está disponível para todos eles e é um recurso que precisa ser usado para controle efetivo de licenças.

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Posted: mai 11 2016, 04:07 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager

Na área de software de terceiros da Dell sempre lidamos com a necessidade do gerenciamento de ativos, chamado tecnicamente de SAM, Software Asset Management ou Gerenciamento de Ativos de Software.

Antes de falarmos sobre como utilizar o SAM é importante entender a diferença de um SAM para um inventário, funcionalidade mais comum e simples do System Center Configuration Manager.

Enquanto o inventário é apenas um levantamento do software instalado nas maquinas (desktops e servidores), o SAM envolve um trabalho intensivo com os dados do inventário. Em termos simples, o SAM é a análise dos dados coletados por alguém que conhece de licenciamento para indicar as melhores práticas visando redução de custos.

Como exemplo de um SAM eficiente podemos citar consolidação de banco de dados, virtualização e transformação de produtos on-premisse para cloud.

Detalhes de ferramentas, exemplos de SAM consultivos baseado em Use Case podem ser visto no link principal da Microsoft https://www.microsoft.com/sam

Na maioria dos casos utilizamos o MAP (Microsoft Assessment Planning and Toolkit) para fazer o inventário, mas quando o cliente tem o System Center Configuration Manager (SCCM) instalado o processo é muito mais simples, pois os dados já estão prontos.

A maior vantagem do SCCM sobre o MAP é o fato do MAP ser uma ferramenta passiva baseada em on-shoot, além de fazer a pesquisa por protocolos de rede. O SCCM tem o agente ativo e gera dados muito mais completos como o Software Metering e Asset Intelligence com relatórios importantíssimos sobre uso de software.

Durante as próximas semanas irei montar uma série de artigos com dicas de uso e regras de SAM com o SCCM, com os tópicos:

Vamos falar de licenciamento e SAM!

Posted: mai 04 2016, 02:43 by msincic | Comentários (3) RSS comment feed |
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MVP V-Conf – Evento Online de MVPs

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A Microsoft está organizando um evento virtual com MVPs em vários lugares do mundo, e o Brasil foi um dos escolhidos.

A data do evento no Brasil será a mesma dos outros países do mundo, dias 14 e 15 de Maio, detalhes em http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference.aspx

A inscrição pode ser feita pelo link: http://aka.ms/mvpvirtualconference2015

No link http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference-sessions.aspx#Brazil é possivel ver a grade completa das palestras em portugues, feitas por MVPs brasileiros.

Junto com o Vidal teremos duas palestras e convidamos todos a participar!

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MVP Virtual Conference Brasil–Evento Online Gratuito em Março

Microsoft Virtual Conference

Replico o convite para o evento que foi organizado para divulgar conhecimento, como um grande evento online. Irei participar na trilha de Arquitetura e Infra com a palestra “Gerenciando Private Cloud com System Center 2012” junto com o Panissa que irá mostrar como o Service Manager aplica ITIL, o Daniel Donda com o PowerShell e o Waldemir Cambiucci com “Cenários do Mundo Real”. Veja a agenda completa das palestras em http://mvpvirtualconference.azurewebsites.net/palestras

Segue o convite oficial:

“A comunidade de Microsoft Most Valuable Professionals (MVP) convida você para participar do MVP Virtual Conference dias 26, 27 e 28 de Março de forma 100% online.

Aproveite essa oportunidade de entender e tirar suas dúvidas sobre como as tecnologias e produtos Microsoft podem te ajudar a solucionar problemas e/ou otimizar tarefas do seu dia a dia. Aprenda diretamente com MVPs, profissionais reconhecidos pela Microsoft, independentes e especialistas, além de convidados especiais da comunidade técnica brasileira e da Microsoft, como os arquitetos do Microsoft Technology Center (MTC).

Objetivo
Apresentar online capacidades e funcionalidades de produtos e tecnologias Microsoft dentro de um contexto baseado em cenários do mundo real.

Formato
O evento conta com nove diferentes trilhas, abordando tópicos relevantes a cenários do dia a dia para as empresas, profissionais de TI e desenvolvedores. Durante cada dia de evento, três trilhas serão apresentadas por completa de forma online no formato de um webcast. Cada trilha comtemplará apresentações sobre tecnologias e produtos Microsoft dentro de um especifico cenário, finalizando com uma rica sessão estilo roundtable com todos os palestrantes da trilha.
Horário das palestras: Das 08:45 às 17:00hrs com intervalo para almoço das 11:30 às 13:00hrs.

Inscrição
As inscrições são abertas a todos os interessados. Escolha o(s) tópico(s) que mais lhe interessam, clique no respectivo link para realizar a inscrição e receber uma confirmação via e-mail para adicionar ao seu calendário. Fique à vontade em convidar outras pessoas. Clique no assunto de seu interesse abaixo para realizar a inscrição. Clique aqui para ver a lista de palestras que você irá encontrar em cada um dos nove assuntos principais.

Dia 26 de Março / terça-feira

Consumerização de TI
Responsável: Alexandro Prado - MVP
Palestrantes: Jorge Barata (MVP), Paulo Sant´anna (MTAC), Marcondes Alexandre (MVP), Igor Humberto (MTAC), Rover Marinho (MVP)
Exemplo de cenário
: Para você profissional da área, entender Consumerização de TI e as tecnologias que viabilizam isso passam a ser essenciais para você alcançar e ser bem sucedido na sua empresa e acompanhar essa tendência do mercado de TI. Acompanhe esse tema e aprenda como aplicar as tecnologias Microsoft no mundo real.
Inscreva-se agora

Segurança
Responsável: Rodrigo Immaginario – MVP
Palestrantes: Rodrigo Immaginario (MVP), Alberto Oliveira (MVP), Luciano Lima (MVP), Marcos Tupinambá (MVP)
Exemplo de cenário abordado: Uma empresa de consultoria, que possui diversos colaboradores trabalhando de forma remota, recentemente identificou diversas falhas de segurança em sua rede local e na proteção dos seus projetos confidenciais. Para melhorar a segurança do seu ambiente será adotado o conceito de "defesa em profundidade" mas o projeto deverá ser implementado com o mínimo de investimento e em curto espaço de tempo. Veja como as tecnologias já disponíveis nos sistemas operacionais da Microsoft (Server e Client) pode ajudar.
Inscreva-se agora

Gerenciamento de Projetos e Equipes de Desenvolvimento
Responsáveis: André Dias - MVP / Carlos dos Santos – MVP
Palestrantes: Carlos dos Santos (MVP), Ramon Durães (MVP), Marcelo Azuma (MVP), Cláudio Leite (ALM Ranger), André Dias (MVP), Igor Abade (MVP), Adriano Bertucci (MVP), Marcio Sete (MVP)
Exemplo de cenário abordado: Uma empresa de médio porte está em franco crescimento, aproveitando oportunidades do mercado. Suas aplicações estão se tornando mais complexas e o time de desenvolvedores está crescendo. Nos últimos anos, a empresa tem sofrido com uma demanda crescente por suporte, devido constantes falhas no software em produção. A qualidade do software gerado pelos times é sofrível e essa percepção tem crescido no mercado. A empresa espera continuar crescendo, mas precisa corrigir e evitar novos problemas com a gestão de seu processo de desenvolvimento de software. Recentemente, a empresa ouviu falar sobre as novas tendências no desenvolvimento ágil e os benefícios da abordagem para Modern Apps.
Inscreva-se agora

Dia 27 de Março / quarta-feira

Interoperabilidade no Desenvolvimento e Infraestrutura
Responsáveis: André Ruschel - MVP / Rogério de Carvalho - MVP
Palestrantes: André Ruschel (MVP), Rogério Moraes de Carvalho (MVP), Rogerio Cordeiro (Microsoft)
Exemplo de cenário: Uma empresa ampliou seu ambiente de TI recentemente, após a aquisição de duas novas empresas do mercado. Os ambientes de TI das 3 unidades são heterogêneos, contemplando diferentes cenários para monitoração, segurança, bancos de dados, desenvolvimento de aplicações e integração de processos. Mesmo antes da consolidação de todas as unidades, a empresa enfrenta uma demanda crescente por aplicações consumindo informações das 3 unidades de negócio, que rodam em plataformas heterogêneas. As equipes de desenvolvimento e infraestrutura precisam decidir quais são as tecnologias e abordagens para esse cenário de interoperabilidade interna na empresa.
Inscreva-se agora

Arquitetura e Gerenciamento de TI
Responsável: Marcelo Sincic - MVP
Palestrantes: Marcelo Sincic (MVP), Hélio Panissa (MVP), Waldemir Cambiucci (Microsoft), Daniel Donda (MVP)
Exemplo de cenário: Uma empresa possui um datacenter de 3ª geração, baseado em servidores blades adotados de diferentes fornecedores. Ao longo dos anos, a empresa tem usado fortemente o modelo de virtualização, mas tem enfrentado desafios no gerenciamento de sua TI. Constantemente, VM’s são perdidas, o processo de suporte e provisionamento é lento e não existe um portal de autoatendimento para os clientes de TI, o que exige horas de atendimento telefônico e atrasos constantes nas requisições. A empresa adota alguns processos de ITIL v3, mas não possui uma ferramenta unificada de gestão de processos ITIL.
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Desenvolvimento de Software e Aplicativos
Responsáveis: Renato Haddad - MVP / André Carlucci - MVP
Palestrantes: Renato Haddad (MVP), Victor Cavalcante (MVP), André Carlucci (MVP), Rodolpho Marques (MVP)
Exemplo de cenário: Uma empresa da área anúncios desenvolve aplicações para seus mais de 10 mil clientes e está em franco crescimento. O perfil de seus clientes está na classe média, consumindo cada vez mais dispositivos móveis, mas também acessando informações da empresa através de desktops em casa, no trabalho ou através de sites na Web. Como desenvolver novas aplicações atendendo a todos esses requisitos?
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Dia 28 de Março / quinta-feira

Produtividade, colaboração e comunicação unificada
Responsável: João Benito Savastano - MVP
Palestrantes: Fernando Andreazi (MVP), Sara Barbosa (MVP), André Xavier (MVP), Eduardo Freire (MVP), Fernanda Saraiva (MVP), Andrea Morais (Microsoft), João Paulo Sevegnani (Microsoft)
Exemplo de cenário: Uma empresa da área de vendas possui um número grande de vendedores em campo. A maioria de sua força de venda possui pouco tempo para retornar ao escritório ou sincronizar seus dados, acessando as informações da empresa mais de 90% do tempo externamente. Muito processos exigem a aprovação de workflows ou leitura de e-mails do pessoal em campo. Ao mesmo tempo, a empresa tem percebido um aumento crescente em seus gastos com telefonia, devido a maior capilaridade de empresa pelo Brasil.
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Computação em Nuvem
Responsáveis: Lucas Romão - MVP, Evilázaro Alves - MVP, Fabrício Sanchez - MVP
Palestrantes: Lucas Romão (MVP), Evilázaro Alves (MVP), Fabrício Sanchez (MVP), Humberto Silva (Microsoft)
Exemplo de cenário: Pequenas, médias e grandes empresas hoje avaliam sua infraestrutura, em relação aos desafios para o gerenciamento e manutenção do ambiente de TI. O mercado tem apresentado nos últimos anos alternativas para a gestão de TI, através de modelos baseados em nuvem pública ou privada. Mais recentemente, a construção de nuvens híbridas tem recebido destaque em fóruns de arquitetura e gerenciamento de infraestrutura. Uma empresa está hoje com 80% de sua TI baseada em máquinas virtuais sem gerenciamento unificado. Outros 20% estão em máquinas físicas, com aplicações legadas. Como dar o próximo passo?
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BI, Big Data e Gerenciamento de Dados
Responsáveis: Luciano Moreira - MVP, Gustavo Maia - MVP
Palestrantes: Luciano Moreira (MVP), Pericles Rocha (Microsoft), Nilton Pinheiro (MVP), Felipe Ferreira (MVP), Fabiano Amorim (MVP)
Exemplo de cenário: A análise de dados é um dos principais elementos de sucesso para o bom entendimento de diversas linhas de negócio. Sem uma análise de dados robusta, é impossível entender as tendências e comportamento de seu negócio, durante as várias fases de sua execução. Uma empresa da área financeira deseja analisar o comportamento de risco de seus milhares de clientes e investidores. Ela busca ferramentas de análise e mecanismos de integração para consumo de diferentes fontes de dados de seus vários sistemas.
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