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Novos Management Packs para SQL

Complementando o post anterior sobre os novos Management Packs atualizados após o lançamento do Windows e System 2016 (http://www.marcelosincic.com.br/post/new-system-center-operations-manager-2016-management-packs.aspx), segue atualização.

Foi liberado hoje o Preview do novo Management Pack para SQL desde a versão 2008 até 2016.

Importante que este preview já resolve alguns problemas que ocorreram com bases de dados e indicadores na console do SCOM 2016:

New SQL Server 2008/2008 R2/2012 MP Features and Fixes

  • No extra permissions on remote WMI are now required for Local System account when Always On hosts have names that are no longer than 15 symbols
  • Fixed: Always On discovery and monitoring scripts cannot read cashed values in Windows registry
  • Fixed: Wrong MP version number in some Always On scripts
  • Fixed: CPUUsage and DBDiskLatency scripts fail with the reason: “Index operation failed”
  • Added retry policy in some Always On workflows to make PS-scripts work more stable
  • Updated the visualization library
  • Changed behavior of Always On scripts for cases when WSFC service is stopped

New SQL Server 2014/2016 MP Features and Fixes

  • No extra permissions on remote WMI are now required for Local System account when Always On hosts have names that are no longer than 15 symbols
  • Fixed: Always On discovery and monitoring scripts cannot read cashed values in Windows registry
  • Fixed: Wrong MP version number in some Always On scripts
  • Fixed: CPUUsage and DBDiskLatency scripts fail with the reason: “Index operation failed”
  • Added retry policy in some Always On workflows to make PS-scripts work more stable
  • Updated the visualization library
  • Fixed: Always On objects get undiscovered when any Always On discovery crashes

New SQL Server Replication 2008/2012/2014/2016 MP Features and Fixes

  • Added support for configurations where computer host names are longer than 15 symbols
  • Fixed: MonitorDistributorSnapshotFreeSpace fails when being launched against SQL Server 2014 SP2
  • Fixed: Wrong source detection in logging
  • Updated the visualization library

New SQL Server Analysis Services 2008/2012/2014/2016 MP Features and Fixes

  • Added support for configurations where computer host names are longer than 15 symbols
  • Fixed: AS workflows sometimes crash
  • Updated the visualization library

New SQL Server Reporting Services 2008/2012/2014/2016 MP Features and Fixes

  • Added support for configurations where computer host names are longer than 15 symbols
  • Fixed: Web Service monitors do not support URL reservation https://+:<port>/<ReportServerPage> (protocol is HTTPS)
  • Updated the visualization library

New SQL Server Dashboards Features and Fixes

  • Fixed: Tiles content is replaced with question signs after a long period of inactivity

 

Download e detalhes disponiveis em https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlreleaseservices/released-public-preview-for-system-center-management-packs-for-sql-server/

Posted: nov 24 2016, 13:00 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Novos Management Packs para System Center Operations Manager 2016

Após o lançamento e disponibilização do System Center 2016 (SCOM) utilize os novos Management Packs:

New Management Packs:

System Center Operations Manager Management Packs for Windows Server 2016 Essentials

Microsoft System Center Management Pack for SQL Server 2014

Microsoft System Center Management Pack for SQL Server 2016

Microsoft System Center Management Pack for SQL Server

System Center 2016 Management Packs for Open Source Software

Microsoft System Center Management Pack for System Center Service Manager

System Center Management Packs for Data Protection Manager 2016 Reporting, Discovery and Monitoring

Microsoft System Center 2016 Management Pack for Service Provider Foundation (SPF)

Microsoft System Center 2016 Management Pack for Orchestrator

Posted: out 25 2016, 12:39 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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System Center 2016–Updates Rollup

Seguindo o lançamento do Windows 2016 com o Rollup 1 (http://www.marcelosincic.com.br/post/Upgrade-e-Update-do-Windows-Server-2016.aspx), o mesmo acontece com o System Center 2016.

Após as atualizações do System Center 2016, baixe os novos Management Packs do SCOM: http://www.marcelosincic.com.br/post/new-system-center-operations-manager-2016-management-packs.aspx

Porque isso acontece?

Antes de um fabricante liberar uma midia final ao público, ela é distribuida aos fabricantes.

Por exemplo, o fabricante de HW precisa ter certeza que alguma atualização não afetou drivers ou funcionalidades nativas do servidor. Desenvolvedores (ISVs) precisam ter certeza que seus plugins e softwares continuam “conversando” com a nova versão.

Como os dois produtos foram disponibilizados as midias aos fabricantes e desenvolvedores algumas semanas antes que o lançamento, a Microsoft precisa catalogar e gerar um pacote das atualizações que ocorreram entre esse lançamento para os fabricantes e o GA (General Avaliability) público, que normalmente é de 45 a 60 dias.

Update Rollups de System Center 2016

Update Rollup 1 para VMM: https://support.microsoft.com/en-us/kb/3190597

Update Rollup 1 para SCOM: https://support.microsoft.com/en-us/kb/3190029

Update Rollup 1 para Orchestrator: https://support.microsoft.com/en-us/kb/3190603

Update Rollup 1 para DPM: https://support.microsoft.com/en-us/kb/3190600

Update Rollup para SCCM 1609 TP: https://blogs.technet.microsoft.com/enterprisemobility/2016/09/27/update-1609-for-configuration-manager-technical-preview-available-now/


Lembrando que no caso do SCCM os upgrades e updates é realizado na própria console conforme já abordei em http://www.marcelosincic.com.br/post/Novo-Modelo-de-Updates-do-SCCM-2016.aspx

Instalação e Upgrade do System Center 2016

Com o lançamento da midia RTM (Release To Manufactoring ou Final) do Windows 2016 e System Center 2016 chega a hora de fazer o upgrade de versões 2012 R2 e 2016 Technical Preview.

Vou abordar cada um deles a partir das versões 2016 Technical Preview, já que a migração das versões 2012 R2 é normalmente mais simples e suportada.

Atualização: Veja os Update Rollups do System Center 2016: http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-2016-Updates-Rollup.aspx

System Center Configuration Manager (SCCM)

O SCCM é um dos produtos que já estavam na versão 2016 desde o inicio do ano, quando foi lançado como SCCM 1511, seguinte a nomenclatura do Windows 10.

Seguem os posts que já escrevi sobre esta versão:

http://www.marcelosincic.com.br/post/Nova-Feature-do-System-Center-Configuration-Manager-1511-Atualizacoes-e-Updates.aspx

http://www.marcelosincic.com.br/post/Novo-Modelo-de-Updates-do-SCCM-2016.aspx

http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-Configuration-Manager-1511-Alterar-Evaluation.aspx

Para quem tem o SCCM 2012 R2 o upgrade é tranquilo e basta executar o Setup para funcionar.

System Center Operations Manager (SCOM)

O upgrade do SCOM pode ser feito tanto da versão 2012 R2 quanto das versões 2016 Techincal Preview da mesma forma, ele suporta os dois caminhos.

A unica recomendação que o próprio setup indica é fazer o backup das bases de dados (trabalho e DW) antes, pois não há como retornar caso ocorram erros no meio do processo:

capture20161013145918707

Será necessário fazer o upgrade do Report Viewer, antes utilizamos o RV do SQL 2012 e agora deve ser utilizado o RV do SQL 2016, que é encontrado no link do próprio Setup:

capture20161013150339362

capture20161013155424938

System Center Service Manager (SCSM)

O upgrade tanto do 2012 R2 quanto das versões Technical Preview é simples, não exige nenhum tipo de restrição, ocorrendo de forma bem tranquila:

capture20161013152230043

É importante lembrar de ao final fazer o upgrade dos Management Packs a partir do wizard que o SCOM 2016 possui:

http://www.marcelosincic.com.br/post/Atualizacoes-Automaticas-no-System-Center-Operations-Manager-2016-(TP4).aspx

System Center Virtual Machine Manager (VMM)

Este é um dos produtos que não permite o upgrade automático da versão Techinical Preview, mas permite a partir da 2012 R2.

No caso do Tecnhinical Previwe, o Setup irá indicar que já existe e pedirá para desinstalar:

capture20161013151606238 

Porem, a reinstalação é simples. Basta ao desinstalar escolher a opção para manter o banco de dados:

capture20161013151636326

Ao executar o Setup novamente usar o mesmo banco de dados e diretório das bibliotecas:

capture20161013152117951

capture20161013152715060

Após isso o VMM funcionará normalmente, mas é bom lembrar que será necessário deinstalar os agentes e reinstalar, se ele não fizer o upgrade automático do agente.

Lembrando que uma das mais interessantes features é integração com o Azure: http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-Virtual-Machine-Manager-2016-TP2-Integrado-com-Azure.aspx

System Center Orchestrator (SCORCH)

Assim como o VMM, ele exige reinstalar mas é possivel manter o banco de dados e reapontar na nova instalação:

capture20161013153558520

capture20161013153757300

Após o processo, os runbooks aparecerão normalmente com os mesmo Integrations Packs.

No caso dos Integrations Packs do SCORCH e do SCOM é importante fazer o upgrade dos pacotes, sendo que no SCOM é bem mais fácil por ter no menu, enquanto não temos o mesmo no Orchestrator.

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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'file server'
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Azure File Sync–Otimizando seu File Server e Storage

Duas aplicações mais consomem storage em ambientes de TI:

  • Banco de dados – Por conterem dados analiticos e indexados podemos utilizar tecnicas de drill down para separar os dados analiticos dos dados resumidos facilitando o acesso e otimizando custos
  • File Server – Ao longo dos anos as empresas acumulam milhares de arquivos, o que custa caro e raramente é agrupado ou tierizado

Tierização: Tecnologia onde os dados são separados conforme regras de performance em discos mais caros ou mais baratos. Por exemplo, arquivos pouco usados ficam em discos SATA, arquivos com acesso ocasional em discos SAS e arquivos que são acessados diariamente em discos SSD.

Vamos abordar como utilizar o Azure File Sync para criar uma tierização dos dados em um File Server para permitir que arquivos mais acessados fiquem localmente guardados e os mais antigos apenas em nuvem.

Cenários Frequentes

O primeiro cenário é o de diminuir o tamanho total de espaço ocupado por arquivos antigos.

Nesse caso utilizamos as configurações de data do arquivo e espaço livre desejado para diminuir o espaço em disco que o File Server ocupa, liberando para uso com outras necessidades.

O segundo cenário é servidor de arquivos distribuidos, onde em cada filial da empresa é necessário ter um servidor para acessar os dados.

Nesse exemplo todos os servidores replicam a mesma pasta, o que não cria problemas de saturação local, já que o cache é apenas dos arquivos recentes e controlado pelo percentual desejado de espaço livre a ser mantido.

Componentes do Azure File Sync

  1. Storage Account – Um storage virtual onde os dados serão armazenados
  2. File Share no Storage Account – Pasta dentro do Storage Account para receber os arquivos que serão enviados
  3. Azure File Sync Service no Market Place – É o serviço e deve ser habilitado, diferente de outros serviços nativos. Porem, apesar de estar no Market Place o AFS não tem um custo, trata-se apenas da inclusão de um serviço
  4. File Sync Service – É o serviço no painel do Azure onde podemos criar os grupos, incluir os servidores e configurar storage
  5. Registered Services (servidores) – São os servidores que serão sincronizados, onde os arquivos estão armazenados e servirão de cache
  6. Sync Group – Forma a lista de servidores que irá receber a cópia dos arquivos a serem copiados e dar acesso aos arquivos em qualquer localidade

Criando um Storage

Esse é o primeiro passo e bem conhecido de quem já utiliza o Azure, uma vez que para tudo precisamos de um storage.

armazenamento

Para usar o AFS não é necessário qualquer configuração adicional, você poderá escolher qual região, tipo de storage e replicação que melhor se aplique ao seu ambiente. Obviamente algumas coisas precisam ser levadas em conta:

  • O tipo de conta envolve a performance maxima e irá afetar tanto o download quanto upload quando os usuários utilizam os arquivos
  • Replicação é importante se você terá servidores em várias localidades/paises
  • Camada Hot or Cold envolve a performance diretamente e tambem o custo, já que o acesso é bem lento em discos Cold e não recomendaria para uma solução como essa

Na sequencia é necessário criar o File Share para onde os arquivos irão quando sincronizados, e o conceito é o mesmo de um servidor comum:

compartilhamento

Quando sincronizado, os arquivos irão aparecer primeiro na pasta Sincronization e depois na pasta principal como podemos ver abaixo.

syncstaging

Files Sync

Lembrando que as duas telas acima se referem a sincronização já finalizada, a primeira para ver os arquivos sendo copiados e a segunda quando a primeira sincronização já finalizou.

Habilitando o Azure File Sync

Procure no Marketplace pelo Azure File Sync ou Serviço de Sincronização do Azure em portugues:

mktplace

mktplace-2

Nesse momento pode-se optar por utilizar um Resource Group existente ou um novo, não importando em qual Resource Group o Storage foi criado, uma vez que ele pode ter varios outros serviços atribuidos.

Criando o Serviço de Sincronização

A criação do grupo de sincronização é bem simples, bastante indicar a assinatura, storage e a pasta compartilhada definida anteriormente.

Servico

grupo sincronizacao

Registrando Servidores de Arquivos

Você poderá indicar servidores:

  • Novos servidores que não tenham arquivos e incluí-los em um grupo já sincronizado para que ele sirva de cache dos arquivos que já estão na pasta compartilhada do Storage no Azure
  • Servidor com dados onde o conteudo será copiado para o Azure e acrescentado

O primeiro passo é instalar as bibliotecas PowerShell do Azure (AZ) no servidor, o que pode ser feito seguindo os passos na página https://docs.microsoft.com/pt-br/powershell/azure/install-az-ps?view=azps-2.6.0&wt.mc_id=4029139

Após ter o Azure CLI instalado, baixe e instale o Agente de Sincronização que é muito simples de ser feito.

AZFAgente

registerserver

Após isso, já será possivel ver o servidor no painel do Azure:

serverregistrado

Nesse passo não é necessário configurações nem qualquer definição adicional, já que se trata de uma operação simples de agente.

Criando o Endpoint (Servidores Cache)

Aqui é onde realmente criamos o serviço e vemos a mágica acontecer!

Entrando dentro do grupo de sincronização que criamos anteriormente e usar a opção Adicionar ponto de extremidade ou Add Endpoint para incluir o servidor no grupo que criamos.

Extremidade

Vamos ver as opções que estão listadas:

  1. Caminho – É o diretório que queremos que fique sincronizado, lembrando que se estiver vazio para um grupo já existente ele irá baixar o conteudo conforme for sendo utilizado. Se for um servidor que já contem arquivos, esses serão carregadso para o Azure.
    Importante: Não é possivel usar a unidade root (C:) e sim um disca parte por conta dos arquivos de sistema.
  2. Percentual livre no volume – Não definimos quanto irá ser usado para cache e sim quanto de espaço no volume deverá ficar livre. Pode parecer um calculo invertido mas não é por conta de outros arquivos que o mesmo disco contenha. Por exemplo, se o volume é de 100GB e contem outros arquivos totalizando 40GB e definirmos que queremos deixar 50% do disco livre, apenas 10GB será usado pelo cache (50% de 100GB=50GB sempre livre) e conforme o uso de outros arquivos aumentar que não sejam sincronizados, menos irá ter espaço para o cache.
    Dica: Por conta dessa dificuldade, prefira utilizar um volume dedicado para fazer o File Sync
  3. Cache apenas de arquivos acessados ou modificados a x dias – Vimos que temos a opção de preservar um percentual do disco. Mas e se arquivos antigos ocupam muito espaço não irá adiantar muito. Nesse caso do meu exemplo qualquer arquivo com mais de 60 dias irá automaticamente para o Azure e será deletado no disco do servidor, ganhando espaço livre mesmo que o percentual de cache ainda esteja disponivel.

Painel

Ao finalizar essa configuração já é possivel acompanhar a sincronização clicando no servidor:

Server sync

Assim que sincronizado, podemos usar os paineis de metricas abaixo da tela para criar alertas quando ocorrerem erros ou distorções:

Metricas

No meu exemplo posso utilizar uma regra que se o numero de arquivos sincronizados for maior que 100 para upload no intervalo de 15 minutos pode ser uma alteração em massa causada por uma cópia indevida ou mesmo um malware.

Posted: ago 28 2019, 19:29 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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